quarta-feira, 1 de junho de 2016

Revisão da Avaliação – II Unidade 2016 – 9º ano

Um suposto plano para implantar o Comunismo no Brasil, conhecido como Plano Cohen criou uma atmosfera de insegurança no país. No dia 10 de novembro de 1937, com pretexto de combater a “ameaça” comunista, Vargas aplicou um golpe político com o apoio dos militares e também de vários políticos influentes, instituindo uma ditadura que ficou conhecida como Estado Novo.
Depois que Vargas deu um golpe, ele fechou o Senado e a Câmara dos Deputados, suspendeu os direitos constitucionais, extinguiu os partidos políticos e outorgou em 1937 uma nova Constituição, apelidada de Polaca inspirada no governo fascista italiano;
O governo Getúlio Vargas também adotou medidas importantes que amenizaram a situação dos cidadãos, como a CLT (Consolidação das Leis de Trabalho) criada em 1943;
A Alemanha demonstrava disposição para estender seus domínios e sua influência no mundo assim como a Itália que teve o forte sentimento de que os poucos ganhos territoriais obtidos pelo apoio aos Aliados não compensaram os enormes custos materiais e humanos consumidos pela guerra. O Japão que saiu da primeira guerra mundial como a maior potência militar no Oriente, iniciou a ocupação da Manchúria, região chinesa rica em minério de ferro. Devido a essa investida o Japão descumpriu o Pacto das Nações e retirou-se da Liga das Nações. Japão politicamente isolado e com relações tensas com a União Soviética, realizou aliança com a Alemanha e posteriormente com a Itália, formando o Eixo Roma-Berlim-Tóquio, ou simplesmente Eixo;
Diante das atrocidades ocorridas na Primeira Guerra Mundial, os governos de muitos países, como França Inglaterra e EUA, adotaram uma diplomacia, buscando manter a paz. Porém, na Conferência de Munique realizada com Alemanha, Itália, França e Inglaterra em 1938 permitindo só a ocupação de Sudetos na Tchecoslováquia, Hitler rompeu este acordo em 1939 e ocupou o restante da Tchecoslováquia, com isso muitos países da Europa passaram a criticar veemente a diplomacia adotada. Essa diplomacia era baseada na Chamada política de apaziguamento;
A Segunda Guerra Mundial deu início quando no dia 1º de setembro de 1939, os alemães invadiram a Polônia para reaver a importante cidade de Danzig, que esteve sob o domínio da Alemanha até o fim da Primeira Guerra, onde a reação da França e da Inglaterra foi imediata e, no dia 3 de setembro de 1939, declararam guerra à Alemanha;
O desembarque de aliados na Normandia, no norte da França com mais de 150 mil soldados estadunidenses, ingleses e canadenses, apoiados por 6 mil navios e 5 mil aviões e sob fogo das metralhadoras alemãs, a operação foi difícil e violenta causando milhares de mortes em ambos os lados. Isso marcou o início da grande ofensiva aliada, e, em agosto, Paris foi libertada do domínio alemão. Esse episódio ficou conhecido como o “Dia D”, ocorrido na madrugada do dia 06 de julho de 1944.
Como a guerra já havia se espalhado pela Ásia entre os EUA e o Japão. O avanço japonês sobre território do Pacífico levou à tomada de diversas ilhas na região pelo país apresentando ameaças aos EUA. Devido aos ataques sofridos em Pearl Harbor e as ameaças sofridas, os EUA resolveram investir na guerra submarina causando o maior número possível à marinha japonesa e isolando o Japão. O golpe final foi quando em agosto de 1945, o presidente dos EUA autorizou o lançamento de duas bombas atômicas sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki encerrando definitivamente a segunda guerra mundial;
Após o fim da Segunda Guerra Mundial, a Liga das Nações foi substituída pela ONU – Organização das Nações Unidas.

Os soldados brasileiros que lutaram pela Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial na campanha da Itália tendo saldo positivo, foram chamados de Pracinhas.

Revisão da Avaliação – II Unidade 2016 – 8º ano

O país que se tornou pioneiro no processo de industrialização foi a Inglaterra. O acúmulo de capitais foi um dos principais motivos no processo de industrialização. Durante os séculos XVI e XVII, burgueses conseguiram acumular capitais, principalmente por meio da exploração comercial nas colônias da América e da África e também das relações comerciais com outros Estados europeus.
Na segunda metade do século XVIII, inovações contribuíram para transformar o modo de organização do trabalho. Foram introduzidas importantes inovações tecnológicas como a máquina de fiar, a máquina a vapor e o tear mecânico.

As propriedade que antes eram comunais feudais, passaram a ser utilizadas para fins comerciais principalmente com a criação de carneiros que forneciam lã para as indústrias Têxteis. Aproveitando a difícil situação das pessoas que não tinham mais para onde ir os donos de fábricas contrataram esses operários pagando baixos salários. O processo de compra de terras comunais para a criação de animais foi chamado de Cercamento.
O ferro e o carvão foi o outro fator determinante para a arrancada industrial em solo britânico sendo este a abundância de recursos minerais fundamentais para a indústria.
Termo usado como sistema de produção baseado no uso em larga escala de máquinas e de suas respectivas fontes de energia, como carvão mineral e o petróleo, além da divisão e especialização do trabalho nas fábricas é chamado de maquinofatura.
A Revolução Industrial aumentou o contraste social entre a rica burguesia e a massa pobre de operários, mas possibilitou também a ascensão de uma classe social intermediária. Essa nova classe foi classe média, posteriormente chamada também de ”pequena burguesia”; Formada principalmente por profissionais autônomos, como médicos, advogados, engenheiros, jornalistas, professores e também de pequenos proprietários, como comerciantes e artesãos que conseguiam manter suas próprias oficinas apesar da concorrência das grandes indústrias;
Como meio de resistir à exploração capitalista, os operários fabris se organizaram e formaram associações de trabalhadores. Essas associações eram conhecidas como Trade Unions, formadas por diferentes profissionais como sapateiros, pedreiros, mineiros, mecânicos, tecelões, livreiros e carpinteiros;
Inconformados com as injustiças a que estavam submetidos, muitos operários manifestaram seu descontentamento por meio de greves e motins. No início do século XIX aconteceram várias revoltas como o movimento Ludista, que era formado por grupos de operários que invadiram oficinas têxteis e quebraram os maquinários como forma de protesto, revolta provocada também pela fome: por não ter condições financeiras para comprar alimentos, os operários organizavam motins e saqueavam mercearias e armazéns e também organizavam greves e passeatas para exigirem, por exemplo, melhores salários e a diminuição da jornada de trabalho, sendo reprimidos com demissões e prisões;
Diversos intelectuais que conheciam o cotidiano dos operários criticavam as condições de trabalho nas fábricas. Dois estudiosos elaboraram a teoria que procurou explicar o desenvolvimento do Capitalismo e criticar seus desdobramentos, como o crescimento da riqueza daqueles que detêm os meios de produção e a exploração do proletariado. A teoria consistia em um sistema no qual a propriedade privada seria extinta e as fábricas deveriam pertencer àqueles que nelas trabalhassem e o lucro das vendas deveria ser divido entre todos os trabalhadores. Esses intelectuais foram os alemães Karl Marx e Friedrich Engels.

Depois de décadas de lutas, os operários conquistaram seus primeiros direitos trabalhistas. Três décadas os operários conseguiram aprovação de leis que regulamentavam a jornada de trabalho. Em 1830 leis que estipulavam que crianças de 9 a 13 anos de idade trabalhariam no máximo 6 horas diárias; Em 1840 lei que estabelecia a redução da jornada de trabalho das mulheres e por volta de 1850 também os homens conseguiram reduzir suas jornadas de trabalho; Nesse período, além da diminuição da carga horária, as novas leis instituíram horários de pausa para que os operários pudessem fazer suas refeições e descansar entre os períodos de trabalho.

Revisão da Avaliação – II Unidade 2016 – 7º ano

No século II, foi criada uma teoria pelo astrônomo grego Claudio Ptolomeu e adotada pela Igreja, onde a terra era o centro do universo e em torno dela girava o sol e os outros planetas (teoria geocêntrica). Posteriormente, no século XVI um astrônomo, matemático e padre polonês Nicolau Copérnico propôs uma teoria diferente e elaborou a teoria heliocêntrica convencendo-se de que todos os planetas, bem como a terra, giravam em torno do sol.
 Na Itália teve início a um movimento que ao longo do tempo se espalhou por diferentes regiões da Europa. O continente passava por grandes transformações sociais, culturais, religiosas, científicas, econômicas e políticas. Esse movimento foi chamado de Renascimento, do italiano rinascita que significa “nascer de novo”, termo criado no século XVI para caracterizar uma época de renovação em relação à Idade Média;
No século XV, também no período do Renascimento, foi inventada uma máquina que reproduzia letras, números e outros sinais gráficos em folhas de papel. A Bíblia de 42 linhas, composta entre 1450 e 1455, é tida como o primeiro livro impresso. Esse invento foi a Prensa, inventada pelo alemão Johannes Gutemberg.

Na península itálica, no século XIV, alguns artistas e intelectuais insatisfeitos de que todos os acontecimentos cotidianos eram determinados por Deus iniciaram um movimento em que o homem é um ser dotado de liberdade, capaz de transformar a natureza e o mundo que o cerca. Durante o Renascimento, esse movimento ficou conhecido como humanismo.
No período medieval, de acordo com o pensamento religioso, Deus era o centro do Universo (Teocentrismo). Os seres humanos eram considerados imperfeitos e incapazes de pensar livremente. Durante o Renascimento surgiu a crença do Antropocentrismo, em que o homem passou a ser considerado o mais importante referencial, nas questões humanas e nas universais.
Pintor e arquiteto que, em sua obra, Vida dos mais excelentes pintores, escultores e arquitetos italianos, dividiu o Renascimento italiano, foi o Giorgio Vasari, dividiu em três períodos Trecento, Quattrocento, Cinquecento.

Leonardo da Vinci nascido na Itália em 1452 foi considerado um dos mais importantes artistas do Renascimento. Sendo ele o pioneiro no uso de uma técnica de pintura, Da Vinci, conseguia suavizar traços e linhas em seus quadros, dando um efeito “esfumaçado” e mesclando tons e cores de maneira sutil. Essa técnica de pintura ficou conhecida como Sfumato. Ele pintou vários quadros que são admirados até hoje por sua beleza e qualidade técnica. Mas nenhum deles ficou tão conhecido como Mona Lisa, concluído em 1505. Da Vinci, por ser sido considerado um dos mais importantes artistas do Renascimento, porque além de criar novas técnicas de pintura ele tinha conhecimento em Arquitetura, Engenharia, Escultura, Música, Matemática e Anatomia. 

Revisão da Avaliação - II Unidade 2016 – 6º ano

Os fenícios criaram um alfabeto que tornou a escrita bem mais simples que representava apenas os sons e que rapidamente esses sinais começaram a ser difundidos entre os povos antigos. Eles criaram esse alfabeto que era composto por cerca de 22 sinais simbolizando sons de consoantes, por volta de 1000 a.C.

Por volta do ano 800 a.C, os Gregos inseriram as vogais no alfabeto fenício que foi tomado por base, e agruparam as letras e nele foi inserido outros sinais representando os sons da fala de maneira precisa, por meio de letras agrupadas. Depois que foram inseridos outros sinais no alfabeto fenício, houve mais tarde, os etruscos e os romanos que também fizeram alterações nesse alfabeto dando origem ao Alfabeto Latino

A Bíblia é uma das principais fontes para o estudo da história do povo hebreu que formada por vários livros escritos entre os anos de 1400 a.C. a 100, por sacerdotes, juízes, reis, profetas e apóstolos reunindo antigos conhecimentos sobre a história e a religião hebraica. O conjunto dos cinco primeiros livros do Antigo Testamento é a Torá (Gênesis, Êxodo, Levítico, Número e Deuteronômio).
No que diz respeito à religião dos Hebreus, eles eram monoteístas, acreditavam em um só Deus chamado de Javé e Dele receberam Canaã a “terra Prometida”.
O imperador romano Adriano expulsou os judeus da Palestina (Canaã), a partir do ano de 135. A dispersão dos judeus por várias regiões do mundo é chamada de Diáspora;
A fuga dos hebreus do Egito de volta para a Palestina (Canaã), liderada por Moisés, e segundo relatos bíblicos eles demoraram 40 anos em sua viajem, foi denominada de Êxodo, ocorreu por volta de 1300 a.C.;
A sociedade dos hebreus era patriarcal, organizada em comunidades chamadas de tribos governada da por patriarca, também conhecido como patriarcado.
O nome do país que atualmente ocupa grande parte da região onde ficava localizada a antiga Pérsia é Irã.

Em relação aos Persas, para favorecer o desenvolvimento econômico do império, eles realizaram a construção de uma rede de estradas que interligava as diferentes províncias, a Criação de uma moeda única, o dárico, por Dário I; a padronização do sistema de pesos e medidas, aperfeiçoando o sistema de cobrança e tributos.