As cidades como Gaô,
Tombuctu, Fez, Cartago, Cairo, Tebas, Querma, Napata, Méroe e Axum e os reinos
como Nok, Gana, Garamantes, Egito, Cuxe e Axum faziam parte da: África Antiga.
Várias sociedades da África Antiga eram
governadas por soberanos que se julgavam filhos dos deuses. Geralmente, nessas
sociedades, a camada dirigente era composta por Chefes militares e líderes
religiosos e uma camada intermediária de comerciantes, artesãos e joalheiros.
Em várias sociedades da África Antiga, os líderes eram
escolhidos entre os homens mais velhos e mais respeitados. No caso em que os
governantes detinham o título de reis, era comum o poder ser hereditário, o
poder passava de pai para filho e em algum caso não podia ser transferido de
irmão para irmão respeitando a linhagem real.
As
sociedades patriarcais as principais autoridades são homens, geralmente os mais
idosos e mais respeitados do grupo. Nas sociedades matriarcais as principais
autoridades são as mulheres.
Os cuxitas
dominaram o território do Egito entre os Anos de 730 a.C e 650 a.C.
Os
imperadores Cuxitas, foram chamados de Faraós Negros e que dominaram Tebas, a
capital egípcia neste período.
Em 600 a.C., ocorreu a
transferência da capital cuxita para a cidade de Méroe por vários motivos como,
a melhor qualidade de solo, o clima mais ameno da região e a localização que
facilitava as trocas de mercadorias entre os cuxitas e outros povos.
Quando a capital do
Reino de Cuxe foi transferida, as mulheres, que já exerciam grande influência
religiosa, passaram a exercer o poder político na sociedade cuxita, ganhando
grande destaque no século II a.C., assumindo o controle político da sociedade.
Elas eram as Rainhas-mães, chamadas de candaces.
Núbia (cidade egípcia) era chamada pelos antigos egípcios
de “Terra do Arco” por causa da habilidade com que os soldados manuseavam o
arco e a flecha.
Axum estava localizada no território, próximo ao Mar
Vermelho no território africano e era privilegiada para as trocas comerciais, tornando-se
um reino como uma grande potência mercantil durante os séculos I e II. Para
facilitar as trocas comerciais, os axumitas cunharam suas primeiras moedas.
Grande parte da população axumita se dedicava
à agricultura e à criação de animais e que além de sustentar a população
geravam excedentes para o comércio. Eles produziam em abundância produtos
agrícolas, como trigo e a cevada, e caçavam animais, como elefante e
rinocerontes.
Os
fenícios criaram um alfabeto que tornou a escrita bem mais simples que representava
apenas os sons e que rapidamente esses sinais começaram a ser difundidos entre
os povos antigos. Esse alfabeto era composto por cerca de 22 sinais
simbolizando sons de consoantes, por volta de 1000 a.C.
Por volta do ano 800 a.C., o alfabeto fenício foi tomado
por base e nele foi inseridos outros sinais representando os sons da fala de maneira
precisa, por meio de letras agrupadas. Esses povos foram os Gregos que
inseriram as vogais agrupando as letras.
Depois de ter sido inserido outros sinais no alfabeto
fenício, houve mais tarde, os etruscos e os romanos que também fizeram
alterações nesse alfabeto dando origem ao alfabeto latino.