quarta-feira, 26 de abril de 2017

Resumo para o Teste – 6º ano – II Unidade 2017



As cidades como Gaô, Tombuctu, Fez, Cartago, Cairo, Tebas, Querma, Napata, Méroe e Axum e os reinos como Nok, Gana, Garamantes, Egito, Cuxe e Axum faziam parte da: África Antiga.
Várias sociedades da África Antiga eram governadas por soberanos que se julgavam filhos dos deuses. Geralmente, nessas sociedades, a camada dirigente era composta por Chefes militares e líderes religiosos e uma camada intermediária de comerciantes, artesãos e joalheiros.
Em várias sociedades da África Antiga, os líderes eram escolhidos entre os homens mais velhos e mais respeitados. No caso em que os governantes detinham o título de reis, era comum o poder ser hereditário, o poder passava de pai para filho e em algum caso não podia ser transferido de irmão para irmão respeitando a linhagem real.
As sociedades patriarcais as principais autoridades são homens, geralmente os mais idosos e mais respeitados do grupo. Nas sociedades matriarcais as principais autoridades são as mulheres.
Os cuxitas dominaram o território do Egito entre os Anos de 730 a.C e 650 a.C.
Os imperadores Cuxitas, foram chamados de Faraós Negros e que dominaram Tebas, a capital egípcia neste período.
Em 600 a.C., ocorreu a transferência da capital cuxita para a cidade de Méroe por vários motivos como, a melhor qualidade de solo, o clima mais ameno da região e a localização que facilitava as trocas de mercadorias entre os cuxitas e outros povos.
Quando a capital do Reino de Cuxe foi transferida, as mulheres, que já exerciam grande influência religiosa, passaram a exercer o poder político na sociedade cuxita, ganhando grande destaque no século II a.C., assumindo o controle político da sociedade. Elas eram as Rainhas-mães, chamadas de candaces.
Núbia (cidade egípcia) era chamada pelos antigos egípcios de “Terra do Arco” por causa da habilidade com que os soldados manuseavam o arco e a flecha.
Axum estava localizada no território, próximo ao Mar Vermelho no território africano e era privilegiada para as trocas comerciais, tornando-se um reino como uma grande potência mercantil durante os séculos I e II. Para facilitar as trocas comerciais, os axumitas cunharam suas primeiras moedas.
Grande parte da população axumita se dedicava à agricultura e à criação de animais e que além de sustentar a população geravam excedentes para o comércio. Eles produziam em abundância produtos agrícolas, como trigo e a cevada, e caçavam animais, como elefante e rinocerontes.
            Os fenícios criaram um alfabeto que tornou a escrita bem mais simples que representava apenas os sons e que rapidamente esses sinais começaram a ser difundidos entre os povos antigos. Esse alfabeto era composto por cerca de 22 sinais simbolizando sons de consoantes, por volta de 1000 a.C.
Por volta do ano 800 a.C., o alfabeto fenício foi tomado por base e nele foi inseridos outros sinais representando os sons da fala de maneira precisa, por meio de letras agrupadas. Esses povos foram os Gregos que inseriram as vogais agrupando as letras.
Depois de ter sido inserido outros sinais no alfabeto fenício, houve mais tarde, os etruscos e os romanos que também fizeram alterações nesse alfabeto dando origem ao alfabeto latino.


Resumo para o Teste – 7º ano – II Unidade 2017



A parte da América Central que foi habitada por povos que possuíam muitas semelhanças culturais que atualmente corresponde aos territórios da Guatemala, El Salvador, Belize, Nicarágua Honduras, Costa Rica e Sul do México, foi chamada de Mesoamérica. As principais civilizações encontradas na América pré-colombiana foram os Olmecas, Teotihuacanos, Maias, Toltecas, Astecas, Tihuanacos e os Incas.
Quando Cristóvão Colombo desembarcou no atual continente americano, na região do atual Caribe, pensou ter chegado às Índias e, por isso, chamou as pessoas que encontrou pelo nome de Índios, mas por ser uma diversidade de povos, os estudiosos preferiram usar o termo de “indígena” que significa “nativo”.
            A sociedade maia era organizada, sendo composta por governantes, sacerdotes, artesãos, mercadores e agricultores. Os Maias habitavam a região península de Yucatán (México) e áreas que correspondem aos atuais Belize, Guatemala, Honduras e El Salvador. A base de sua economia era a agricultura. Eles plantavam principalmente o milho e também feijão, tomate, batata, mandioca, algodão e outros produtos.
É possível encontrar um grande número de pirâmides espalhadas por toda a Mesoamérica. Boa parte delas já foi identificada e restaurada, mas pesquisas arqueológicas apontam que ainda existam muitas outras a serem descobertas. De formas e tamanhos bastante variados, essas construções eram utilizadas como templos, onde se realizavam rituais religiosos.
A escrita maia era composta de símbolos chamados de Hieróglifos, que representavam ideias por meio de desenhos simbólicos e eram gravados em placas de pedra ou pintados em objetos de cerâmica, em parede ou nos códices.
Os maias desenvolveram técnicas e conhecimentos altamente especializados, em áreas como engenharia, matemática, astronomia, escultura, cerâmica e escrita.
            Para os astecas a religião em sua vida era muito importante. Eles também eram politeístas, porém possuíam uma divindade principal que era o deus sol, Huitzilopochtli que também era o deus da guerra. E para agradar ao deus sol, os astecas realizavam rituais que incluíam sacrifício de seres humanos.
Na cidade de Tenochtitlán havia bairro comercial importante e muito movimentado chamado de Tlatelolco. Nesse bairro existia um grande mercado onde eram comercializados produtos de várias regiões, como pedras preciosas, plumas, sal, mel, conchas, pérolas, animais, produtos agrícolas e artesanais. Os Pochtecas, como eram chamados os mercadores,  levavam todos esses produtos aos mercados.
            O território onde atualmente vivemos não se chamava Brasil antes da chegada dos portugueses. Até por volta de 1.500, cada povo indígena tinha um nome próprio para se referir à região onde vivia. O nome mais conhecido era o que os Tupiniquins usavam para se referir ao litoral brasileiro: Pindorama que na língua tupi significa “Terra das Palmeiras”.
Os indígenas do Brasil estavam agrupados em cerca de 900 povos que apresentavam diferenças entre si e cada um deles tinha seu próprio modo de vida, sua língua, seus costumes e suas crenças. Entre eles estavam os tupinambás, os carijós e os caetés.
Vários povos indígenas, no Brasil, preservam aspectos de sua cultura e mantém até os dias de hoje algumas formas de organização social herdada de seus antepassados. O líder que, além de ser espiritual, detém muitos conhecimentos sobre ervas medicinais e é responsável pelo tratamento de diversas doenças, é chamado de pajé.



Resumo para o Teste – 8º ano – II Unidade 2017



As ideias iluministas que surgiram no século XVIII, fizeram com que ocorressem mudanças em muitas nações da Europa. Esse movimento intelectual que surgiu na época serviu também de base para a independência dos Estados Unidos e para grandes revoluções nos países absolutistas, inclusive na França Pré-revolucionária. Ideias iluministas como: igualdade dos homens perante a lei e a defesa da razão, princípio que deveria guiar todas as ações e instituições humanas.
No final do século XVIII, a França era uma monarquia absolutista governada por um rei que concentrava todos os poderes do estado: legislativo, executivo e judiciário. A sociedade francesa tinha bases feudais e estava dividida em três ordens como Primeiro Estado (Clero), Segundo Estado (Nobreza) e Terceiro Estado (burgueses, artesão, operários, camponeses e outros).
Uma crise política e administrativa foi gerada na França nesse período, os motivos foram novas ideias surgidas, a produção e o comércio no estado absolutista passaram a ser um empecilho ao desenvolvimento econômico, à corrupção dos intendentes (nobres nomeados pelo rei que recebiam a função de controlar os gastos da corte na administração das províncias), o apoio dado pela França ao movimento de independência das colônias inglesas. Nesse período quem governava a França era o Rei Luís XVI.
Insatisfeitos com o governo de Luís XVI, os burgueses, que mesmo enriquecidos não tinham espaço na política francesa, e os demais membros do terceiro estado, mobilizaram-se passando a exigir mudanças na organização política, social e econômica do Estado. O movimento espalhou-se por toda a França e acabou dando origem a um período de intensas e profundas transformações conhecido como Revolução Francesa.
O rei autorizou a convocação dos Estados Gerais reunindo os representantes dos três estados da França. O terceiro estado estava insatisfeito com a forma de votação, estando em desvantagem, pois quase nunca conseguia aprovar suas propostas, até que, em 17 de junho de 1789 com o apoio de alguns membros da nobreza e do clero, declarou-se em Assembleia Nacional com objetivo de elaborar uma Constituição para a França. A coroa, o alto clero e os setores mais conservadores da nobreza tramaram para dissolver a Assembleia a força com tropas ao redor de Paris.
A força popular deu início à revolução em 14 de julho de 1789. Em busca de armas e munição para combater as tropas reais, uma multidão invadiu uma prisão-fortaleza utilizada como prisão real em Paris a Bastilha, na qual ficavam detidos por ordem do rei, sem processo ou julgamento, homens considerados ameaças a ordem pública. Com a tomada da Bastilha, ficou marcada a história da Revolução Francesa. Nessa época, a Bastilha já não era uma prisão importante na França, porém, a sua tomada pelo povo simbolizou a decadência do poder absoluto do rei.
A Assembleia Geral, enquanto providenciava a elaboração da Constituição, foi providenciada uma série de reformas como resoluções da assembleia, foram abolidos os privilégios feudais e a sociedade rigidamente hierarquizada no antigo regime. Em 26 de agosto de 1789 elas foram ratificadas com a criação da Declaração dos direitos do homem e do cidadão (17 artigos) que defende a liberdade de expressão e culto, os direitos à proteção, à segurança e à resistência a qualquer tipo de opressão e que serviu de base para diversos países. Publicada em 1789, a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, defendia os direitos individuais e a igualdade dos cidadãos perante a lei e limitava os poderes do rei e assegurava às pessoas o direito à propriedade.
O rei foi considerado culpado de traição à pátria, convocado a depor e após um longo processo, foi condenado a morte, sendo guilhotinado em 21 de janeiro de 1793 sob os aplausos da multidão.
Os jacobinos (membros da pequena sociedade burguesa que defendiam o ideal de uma sociedade igualitária) apoiados pelos sans-culottes (camponeses e as camadas populares que viviam nas cidades) expulsaram os girondinos (republicanos moderados que representavam a alta burguesia e nobres liberais) da convenção e prenderam seus principais líderes. Porém, sob a liderança de Maximilien Robespierre, a repressão jacobina com prisão e execução foi ao extremo. O período do governo jacobino ficou conhecido como o Grande Terror.

Diante das instabilidades econômicas, políticos e sociais da França, mais um levante ocorreu em Paris. Para pacificar a cidade, os deputados recorrem a um jovem general da artilharia francesa chamado Napoleão Bonaparte, que foi convidado pelo Diretório para compor o novo governo francês e em 9 de novembro de 1799 deu um golpe de estado com amplo apoio da alta burguesia e dos camponeses.

Resumo para o Teste – 9º ano – II Unidade 2017



A Europa encontrava-se em uma difícil situação, após a Primeira Guerra Mundial, onde muitas cidades haviam sido completamente destruídas e vastas áreas agrícolas estavam arrasadas. Já, os Estados Unidos, saíram da guerra como grandes vitoriosos, emergindo como a principal potência econômica do planeta. Esse país não teve despesas na reconstrução, pois não foi atingido diretamente pela guerra e ao emprestar dinheiro aos países europeus destruídos pela guerra sua economia aumentou consideravelmente, bem como sua capacidade industrial.
A primeira linha de montagem ocorreu na fábrica de automóveis. Cada trabalhador exercia uma tarefa específica, com o auxílio de máquinas, e, dessa forma, cada automóvel era produzido com maior rapidez, aumentando a quantidade e a qualidade do produto fabricado. Esse sistema de trabalho foi introduzido por Henry Ford e ficou conhecido como fordismo.
O desenvolvimento econômico e tecnológico na década de 1920, ocorrido nos EUA ocasionou várias mudanças. O otimismo do crescimento tornou um estilo de vida predominante da classe média e da burguesia chegando até a influenciar outros países, ditando novos modelos de vida e, principalmente, de consumismo. Este novo estilo de vida ficou conhecido como American way of life.
Ao mesmo tempo em que o estilo de vida dos norte-americanos se consagrava, na década de 1920, ganhava força um movimento nacionalista caracterizado pela grande intolerância a tudo aquilo que não fosse “genuinamente americano”. Esse movimento pregava Preconceito em relação aos negros, judeus, católicos e imigrantes, que passaram a ser vistos como “antiamericanos”. Uma das manifestações mais destrutivas de intolerância nos EUA, que em nome de supostos valores “genuinamente americanos”, passou a perseguir e assassinar negros, judeus e imigrantes, além de pressionar e corromper autoridades a aprovar leis restringindo os direitos dos grupos considerados “antiamericanos”, foi a Ku Klux Klan, organização racista formada por nacionalistas extremados e fanáticos religiosos.
Tendo assolado, nos Estados Unidos, uma onda de prosperidade econômica que impulsionou a especulação financeira feita na bolsa de valores, muitos chegaram a hipotecar suas casas para comprar ações de empresas apostando na sua crescente valorização.
Com uma crise de superprodução, nos Estados Unidos, os bancos mantiveram uma política de expansão de crédito desenfreada para as empresas. Com esses recursos as empresas à beira da falência tinham suas ações indevidamente valorizadas. Espalhando pânico entre as pessoas que tinham feito aplicações na bolsa, em 29 de outubro de 1929 a bolsa de Nova York “quebrou” devido ao excesso de ações ofertadas sem compradores no mercado provocando a queda brusca no seu valor. Esse período de recessão econômica que durou da grande quebra (Crash) da bolsa de valores de Nova York em 1929 até o final da década de 1930 ficou conhecido como Grande Depressão.
Em 1932, no momento mais crítico da Grande Depressão dos EUA, o novo presidente Roosevelt rompeu com os princípios econômicos liberais e procurou salvar o capitalismo gerenciando-o por meio de reformas econômicas dirigidas pelo Estado. O programa de reformas lançado Roosevelt ficou conhecido como New Deal (Novo Acordo), que consistia em:
·     Grandes investimentos em obras públicas (usinas hidrelétricas, pontes, estradas), com a finalidade de reduzir o desemprego;
·     Promover o financiamento da produção agrícola e industrial, salvando os produtores rurais que haviam hipotecado suas propriedades e os industriais que não tinham como pagar suas dívidas;
·     Interferir no mercado, controlando e limitando a produção de mercadorias, a fim de evitar novas crises de superprodução;
·     Liberdade sindical, a redução da jornada de trabalho sem diminuição de salários, a fixação de salário mínimo, o seguro desemprego e o auxilio aos idosos.
Para salvar o capitalismo o presidente Roosevelt eleito em1932, seguiu a ideia principal do economista inglês John Maynard Keynes (o Keynesianismo) que criticava a teoria liberal do capitalismo e defendia uma participação mais ativa do Estado na execução de políticas econômicas. Ele defendia também o direito dos trabalhadores ao pleno emprego garantido pelo Estado, aumentando o potencial da oferta de trabalho, que mesmo não erradicando o desemprego, mas que fornecesse condições aos trabalhadores de forma a facilitar sua inclusão no mercado de trabalho. A intervenção estatal viria no sentido de estimular a iniciativa privada, criando condições para o aumento de contratações.
As políticas sociais do New Deal começaram a dar corpo ao Welfare State (Estado do bem-estar social) nos Estados Unidos. O Welfare State com essas novas políticas, consistia também em conter o avanço do comunismo por meio da intervenção dos poderes públicos nos mecanismos de produção, aumentando a transferência de renda para os setores mais carentes da sociedade, porém essa ideia só se consolidou após a Segunda Guerra Mundial.
Na Europa, os países foram se fortalecendo economicamente, surgindo movimentos radicais nacionalistas contra a situação pós-guerra. Dois exemplos de regimes totalitários surgidos depois da primeira guerra mundial, o Fascismo na Itália, que em 1921, Benito Mussolini fundou o partido Fascista e o Nazismo na Alemanha, fundado pelo Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (Partido Nazista) tendo como seu líder Adolf Hitler.
Na Itália formou-se um movimento político de extrema direita e ultranacionalista, onde conjugava o ódio aos comunistas e o desprezo à democracia liberal originando o Partido Nacional Fascista. Esse movimento foi chamado de Fascismo - Fasci Italiani di Combattimento (Fascio Italiano de Combate) liderado por Benito Mussolini.
            O Fascismo é uma forma de radicalismo político autoritário nacionalista que ganhou destaque no início do século XX na Europa e teve origem na Itália. Procurando unificar sua nação através de um Estado totalitário, os fascistas e que promove vigilância, um estado forte, mobilização em massa da comunidade nacional, confiando em um partido de vanguarda para iniciar uma revolução e organizar a nação em princípios fascistas, hostis a todas as vertentes do marxismo, desde o comunismo totalitário ao socialismo democrático.
Os fascistas compartilham certas características comuns, incluindo a veneração ao Estado, a devoção a um líder forte e uma ênfase em ultranacionalismo, etnocentrismo e militarismo. O termo fascismo vem da palavra em latim (fasces), que designava um feixe de varas amarradas em volta de um machado.  Foi um símbolo do poder dos magistrados na República Romana de flagelar e decapitar cidadãos desobedientes. Mussolini adotou esse símbolo para o seu partido, cujos seguidores passaram a chamar-se fascistas.

O fascismo vê a violência política, a guerra, e o imperialismo como meios para alcançar o rejuvenescimento nacional e afirma que as nações e raças consideradas superiores devem obter espaço deslocando ou eliminando aquelas consideradas fracas ou inferiores, como no caso da prática fascista modelada pelo nazismo. No governo Nazista Hitler prometeu um intenso controle sobre a sociedade alemã, por isso organizou a milícia extremamente fiel às suas ordens, a Schultzstaffel (SS), que perseguiam membros de grupos sociais considerados inferiores.