quarta-feira, 1 de junho de 2016

Revisão da Avaliação – II Unidade 2016 – 9º ano

Um suposto plano para implantar o Comunismo no Brasil, conhecido como Plano Cohen criou uma atmosfera de insegurança no país. No dia 10 de novembro de 1937, com pretexto de combater a “ameaça” comunista, Vargas aplicou um golpe político com o apoio dos militares e também de vários políticos influentes, instituindo uma ditadura que ficou conhecida como Estado Novo.
Depois que Vargas deu um golpe, ele fechou o Senado e a Câmara dos Deputados, suspendeu os direitos constitucionais, extinguiu os partidos políticos e outorgou em 1937 uma nova Constituição, apelidada de Polaca inspirada no governo fascista italiano;
O governo Getúlio Vargas também adotou medidas importantes que amenizaram a situação dos cidadãos, como a CLT (Consolidação das Leis de Trabalho) criada em 1943;
A Alemanha demonstrava disposição para estender seus domínios e sua influência no mundo assim como a Itália que teve o forte sentimento de que os poucos ganhos territoriais obtidos pelo apoio aos Aliados não compensaram os enormes custos materiais e humanos consumidos pela guerra. O Japão que saiu da primeira guerra mundial como a maior potência militar no Oriente, iniciou a ocupação da Manchúria, região chinesa rica em minério de ferro. Devido a essa investida o Japão descumpriu o Pacto das Nações e retirou-se da Liga das Nações. Japão politicamente isolado e com relações tensas com a União Soviética, realizou aliança com a Alemanha e posteriormente com a Itália, formando o Eixo Roma-Berlim-Tóquio, ou simplesmente Eixo;
Diante das atrocidades ocorridas na Primeira Guerra Mundial, os governos de muitos países, como França Inglaterra e EUA, adotaram uma diplomacia, buscando manter a paz. Porém, na Conferência de Munique realizada com Alemanha, Itália, França e Inglaterra em 1938 permitindo só a ocupação de Sudetos na Tchecoslováquia, Hitler rompeu este acordo em 1939 e ocupou o restante da Tchecoslováquia, com isso muitos países da Europa passaram a criticar veemente a diplomacia adotada. Essa diplomacia era baseada na Chamada política de apaziguamento;
A Segunda Guerra Mundial deu início quando no dia 1º de setembro de 1939, os alemães invadiram a Polônia para reaver a importante cidade de Danzig, que esteve sob o domínio da Alemanha até o fim da Primeira Guerra, onde a reação da França e da Inglaterra foi imediata e, no dia 3 de setembro de 1939, declararam guerra à Alemanha;
O desembarque de aliados na Normandia, no norte da França com mais de 150 mil soldados estadunidenses, ingleses e canadenses, apoiados por 6 mil navios e 5 mil aviões e sob fogo das metralhadoras alemãs, a operação foi difícil e violenta causando milhares de mortes em ambos os lados. Isso marcou o início da grande ofensiva aliada, e, em agosto, Paris foi libertada do domínio alemão. Esse episódio ficou conhecido como o “Dia D”, ocorrido na madrugada do dia 06 de julho de 1944.
Como a guerra já havia se espalhado pela Ásia entre os EUA e o Japão. O avanço japonês sobre território do Pacífico levou à tomada de diversas ilhas na região pelo país apresentando ameaças aos EUA. Devido aos ataques sofridos em Pearl Harbor e as ameaças sofridas, os EUA resolveram investir na guerra submarina causando o maior número possível à marinha japonesa e isolando o Japão. O golpe final foi quando em agosto de 1945, o presidente dos EUA autorizou o lançamento de duas bombas atômicas sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki encerrando definitivamente a segunda guerra mundial;
Após o fim da Segunda Guerra Mundial, a Liga das Nações foi substituída pela ONU – Organização das Nações Unidas.

Os soldados brasileiros que lutaram pela Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial na campanha da Itália tendo saldo positivo, foram chamados de Pracinhas.

Revisão da Avaliação – II Unidade 2016 – 8º ano

O país que se tornou pioneiro no processo de industrialização foi a Inglaterra. O acúmulo de capitais foi um dos principais motivos no processo de industrialização. Durante os séculos XVI e XVII, burgueses conseguiram acumular capitais, principalmente por meio da exploração comercial nas colônias da América e da África e também das relações comerciais com outros Estados europeus.
Na segunda metade do século XVIII, inovações contribuíram para transformar o modo de organização do trabalho. Foram introduzidas importantes inovações tecnológicas como a máquina de fiar, a máquina a vapor e o tear mecânico.

As propriedade que antes eram comunais feudais, passaram a ser utilizadas para fins comerciais principalmente com a criação de carneiros que forneciam lã para as indústrias Têxteis. Aproveitando a difícil situação das pessoas que não tinham mais para onde ir os donos de fábricas contrataram esses operários pagando baixos salários. O processo de compra de terras comunais para a criação de animais foi chamado de Cercamento.
O ferro e o carvão foi o outro fator determinante para a arrancada industrial em solo britânico sendo este a abundância de recursos minerais fundamentais para a indústria.
Termo usado como sistema de produção baseado no uso em larga escala de máquinas e de suas respectivas fontes de energia, como carvão mineral e o petróleo, além da divisão e especialização do trabalho nas fábricas é chamado de maquinofatura.
A Revolução Industrial aumentou o contraste social entre a rica burguesia e a massa pobre de operários, mas possibilitou também a ascensão de uma classe social intermediária. Essa nova classe foi classe média, posteriormente chamada também de ”pequena burguesia”; Formada principalmente por profissionais autônomos, como médicos, advogados, engenheiros, jornalistas, professores e também de pequenos proprietários, como comerciantes e artesãos que conseguiam manter suas próprias oficinas apesar da concorrência das grandes indústrias;
Como meio de resistir à exploração capitalista, os operários fabris se organizaram e formaram associações de trabalhadores. Essas associações eram conhecidas como Trade Unions, formadas por diferentes profissionais como sapateiros, pedreiros, mineiros, mecânicos, tecelões, livreiros e carpinteiros;
Inconformados com as injustiças a que estavam submetidos, muitos operários manifestaram seu descontentamento por meio de greves e motins. No início do século XIX aconteceram várias revoltas como o movimento Ludista, que era formado por grupos de operários que invadiram oficinas têxteis e quebraram os maquinários como forma de protesto, revolta provocada também pela fome: por não ter condições financeiras para comprar alimentos, os operários organizavam motins e saqueavam mercearias e armazéns e também organizavam greves e passeatas para exigirem, por exemplo, melhores salários e a diminuição da jornada de trabalho, sendo reprimidos com demissões e prisões;
Diversos intelectuais que conheciam o cotidiano dos operários criticavam as condições de trabalho nas fábricas. Dois estudiosos elaboraram a teoria que procurou explicar o desenvolvimento do Capitalismo e criticar seus desdobramentos, como o crescimento da riqueza daqueles que detêm os meios de produção e a exploração do proletariado. A teoria consistia em um sistema no qual a propriedade privada seria extinta e as fábricas deveriam pertencer àqueles que nelas trabalhassem e o lucro das vendas deveria ser divido entre todos os trabalhadores. Esses intelectuais foram os alemães Karl Marx e Friedrich Engels.

Depois de décadas de lutas, os operários conquistaram seus primeiros direitos trabalhistas. Três décadas os operários conseguiram aprovação de leis que regulamentavam a jornada de trabalho. Em 1830 leis que estipulavam que crianças de 9 a 13 anos de idade trabalhariam no máximo 6 horas diárias; Em 1840 lei que estabelecia a redução da jornada de trabalho das mulheres e por volta de 1850 também os homens conseguiram reduzir suas jornadas de trabalho; Nesse período, além da diminuição da carga horária, as novas leis instituíram horários de pausa para que os operários pudessem fazer suas refeições e descansar entre os períodos de trabalho.

Revisão da Avaliação – II Unidade 2016 – 7º ano

No século II, foi criada uma teoria pelo astrônomo grego Claudio Ptolomeu e adotada pela Igreja, onde a terra era o centro do universo e em torno dela girava o sol e os outros planetas (teoria geocêntrica). Posteriormente, no século XVI um astrônomo, matemático e padre polonês Nicolau Copérnico propôs uma teoria diferente e elaborou a teoria heliocêntrica convencendo-se de que todos os planetas, bem como a terra, giravam em torno do sol.
 Na Itália teve início a um movimento que ao longo do tempo se espalhou por diferentes regiões da Europa. O continente passava por grandes transformações sociais, culturais, religiosas, científicas, econômicas e políticas. Esse movimento foi chamado de Renascimento, do italiano rinascita que significa “nascer de novo”, termo criado no século XVI para caracterizar uma época de renovação em relação à Idade Média;
No século XV, também no período do Renascimento, foi inventada uma máquina que reproduzia letras, números e outros sinais gráficos em folhas de papel. A Bíblia de 42 linhas, composta entre 1450 e 1455, é tida como o primeiro livro impresso. Esse invento foi a Prensa, inventada pelo alemão Johannes Gutemberg.

Na península itálica, no século XIV, alguns artistas e intelectuais insatisfeitos de que todos os acontecimentos cotidianos eram determinados por Deus iniciaram um movimento em que o homem é um ser dotado de liberdade, capaz de transformar a natureza e o mundo que o cerca. Durante o Renascimento, esse movimento ficou conhecido como humanismo.
No período medieval, de acordo com o pensamento religioso, Deus era o centro do Universo (Teocentrismo). Os seres humanos eram considerados imperfeitos e incapazes de pensar livremente. Durante o Renascimento surgiu a crença do Antropocentrismo, em que o homem passou a ser considerado o mais importante referencial, nas questões humanas e nas universais.
Pintor e arquiteto que, em sua obra, Vida dos mais excelentes pintores, escultores e arquitetos italianos, dividiu o Renascimento italiano, foi o Giorgio Vasari, dividiu em três períodos Trecento, Quattrocento, Cinquecento.

Leonardo da Vinci nascido na Itália em 1452 foi considerado um dos mais importantes artistas do Renascimento. Sendo ele o pioneiro no uso de uma técnica de pintura, Da Vinci, conseguia suavizar traços e linhas em seus quadros, dando um efeito “esfumaçado” e mesclando tons e cores de maneira sutil. Essa técnica de pintura ficou conhecida como Sfumato. Ele pintou vários quadros que são admirados até hoje por sua beleza e qualidade técnica. Mas nenhum deles ficou tão conhecido como Mona Lisa, concluído em 1505. Da Vinci, por ser sido considerado um dos mais importantes artistas do Renascimento, porque além de criar novas técnicas de pintura ele tinha conhecimento em Arquitetura, Engenharia, Escultura, Música, Matemática e Anatomia. 

Revisão da Avaliação - II Unidade 2016 – 6º ano

Os fenícios criaram um alfabeto que tornou a escrita bem mais simples que representava apenas os sons e que rapidamente esses sinais começaram a ser difundidos entre os povos antigos. Eles criaram esse alfabeto que era composto por cerca de 22 sinais simbolizando sons de consoantes, por volta de 1000 a.C.

Por volta do ano 800 a.C, os Gregos inseriram as vogais no alfabeto fenício que foi tomado por base, e agruparam as letras e nele foi inserido outros sinais representando os sons da fala de maneira precisa, por meio de letras agrupadas. Depois que foram inseridos outros sinais no alfabeto fenício, houve mais tarde, os etruscos e os romanos que também fizeram alterações nesse alfabeto dando origem ao Alfabeto Latino

A Bíblia é uma das principais fontes para o estudo da história do povo hebreu que formada por vários livros escritos entre os anos de 1400 a.C. a 100, por sacerdotes, juízes, reis, profetas e apóstolos reunindo antigos conhecimentos sobre a história e a religião hebraica. O conjunto dos cinco primeiros livros do Antigo Testamento é a Torá (Gênesis, Êxodo, Levítico, Número e Deuteronômio).
No que diz respeito à religião dos Hebreus, eles eram monoteístas, acreditavam em um só Deus chamado de Javé e Dele receberam Canaã a “terra Prometida”.
O imperador romano Adriano expulsou os judeus da Palestina (Canaã), a partir do ano de 135. A dispersão dos judeus por várias regiões do mundo é chamada de Diáspora;
A fuga dos hebreus do Egito de volta para a Palestina (Canaã), liderada por Moisés, e segundo relatos bíblicos eles demoraram 40 anos em sua viajem, foi denominada de Êxodo, ocorreu por volta de 1300 a.C.;
A sociedade dos hebreus era patriarcal, organizada em comunidades chamadas de tribos governada da por patriarca, também conhecido como patriarcado.
O nome do país que atualmente ocupa grande parte da região onde ficava localizada a antiga Pérsia é Irã.

Em relação aos Persas, para favorecer o desenvolvimento econômico do império, eles realizaram a construção de uma rede de estradas que interligava as diferentes províncias, a Criação de uma moeda única, o dárico, por Dário I; a padronização do sistema de pesos e medidas, aperfeiçoando o sistema de cobrança e tributos.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

9º ano - Revisão da avaliação – I unidade

Com o Golpe da Maioridade promovido pelos liberais, mas apoiado também pelos conservadores, D. Pedro II foi aclamado imperador do Brasil aos 14 anos de idade. Pretendia-se, com isso, proporcionar a volta da estabilidade política que havia sido tão conturbada pelas revoltas regenciais e pelas disputas entre liberais e conservadores. Porém, economicamente o Brasil vinha atravessando dificuldades desde o Primeiro Reinado. O produto que se destacou no governo de Pedro II e gerou um grande fluxo imigratório, além da modernização de algumas partes do país foi o café.

No período de 1891 a 1930, a Primeira República também ficou conhecida como República Oligárquica. A Primeira República no Brasil foi marcada pela sucessão de grupos representantes das oligarquias regionais no poder. Dois mecanismos garantiam a predominância desses grupos: o voto de cabresto e a política dos governadores. O primeiro consistia no controle dos votos pelos coronéis, que obrigavam os eleitores a votar em seus candidatos em troca de favores diversos. Já o segundo era um acordo entre o governo federal e as oligarquias estaduais, no qual se elegiam nos estados os deputados e senadores favoráveis ao presidente da República em troca de verbas e apoio político aos poderes estaduais.

Muitos fatores levaram ao fim da monarquia e à Proclamação da República no Brasil, em 1889. A fundação do Partido Republicano, que refletia os anseios dos fazendeiros do Oeste Paulista e dos profissionais liberais por mais espaço na política, foi um dos motivos. Além desse, podemos citar a questão Militar e a abolição da escravatura sem indenização aos fazendeiros.
Setores do Exército se aliaram aos republicanos paulistas e, sob a liderança do marechal Deodoro da Fonseca, deram um golpe de Estado, derrubando a Monarquia proclamaram a  República em 15 de novembro de 1889.

A primeira Constituição do Brasil como República ficou pronta em 1891 e estabelecia como regime República Federativa e outras determinações como: Separação entre Igreja e Estado, as províncias seriam chamadas de Estados e o país de Estados Unidos do Brasil, os poderes seriam três.

Em 1910, no Rio de Janeiro, estourou a Revolta da Chibata, um movimento de marinheiros contra suas condições de trabalho. Com os canhões dos navios de guerra apontados para a cidade, os rebeldes exigiam o aumento dos salários, o fim dos castigos corporais e a anistia para os marinheiros envolvidos no levante.

Em relação a Primeira Guerra Mundial  que começou antes mesmo de o primeiro tiro ser disparado. no campo diplomático, muitas alianças foram estabelecidas, configurando as duas forças que se enfrentariam nos fronts. A Primeira Guerra Mundial (1914-1918) foi resultado, entre outros motivos, do acirramento das tensões existentes entre os países europeus envolvidos na disputa imperialista por territórios e mercados consumidores na África e na Ásia. Além disso, outros eventos ajudam a explicar a eclosão do conflito, como a corrida armamentista na qual se envolveram as nações europeias, o estabelecimento de complexas alianças diplomáticas entre a Alemanha, a Áustria-Hungria e a Itália, que formaram a Tríplice Aliança, e a Grã-Bretanha, a França e a Rússia, que formaram a Tríplice Entente e as disputas territoriais na região dos Balcãs, envolvendo o Império Austro-Húngaro, o Império Russo e a Sérvia. Em relação às alianças estabelecidas com o desenrolar do conflito, a Itália abandonou a Tríplice Aliança e lutou ao lado da Entente. Além disso, em 1917, a Rússia deixou a guerra em função da revolução que ocorria em seu território, e os Estados Unidos entraram no conflito para combater ao lado da Tríplice Entente.
Em meio às disputas e rivalidades, as potências europeias fizeram alianças de caráter militar e econômico para tentar assegurar sua defesa, foi quando em 1892 a Itália, o Império Autro-Húngaro e a Alemanha formaram a Tríplice Aliança e em resposta no ano de 1907 a França, a Rússia e a Inglaterra formaram a Tríplice Entente.

Embora a Europa vivesse com alguns conflitos isolados, vivendo em um período aparentemente de paz, as grandes potências se armavam à espera da guerra. Por isso, o período anterior a primeira guerra ficou conhecido como Paz Armada;
Com a divisão das grandes nações europeias em dois blocos rivais, as potências envolvidas e fortemente armadas assistiam a mais um momento de tensão na região dos Bálcãs. O episódio que deu início a Primeira Guerra Mundial foi O assassinato do Arquiduque Francisco Ferdinando herdeiro da coroa do Império Austro-Húngaro e de sua esposa quando à visita Bósnia para demonstrar quem dava as ordens na região.
Após a Primeira Guerra Mundial, os Estados Unidos emergiram como a grande potência econômica do século XX – posição que se consolidou de fato após a Segunda Guerra Mundial. Os fatores que justificam a mudança do centro econômico mundial da Europa para a América do Norte com a guerra, o parque industrial europeu foi desativado, e os países contraíram enormes dívidas. Os Estados Unidos forneceram produtos industrializados e dinheiro para a manutenção da guerra e posteriormente para a reconstrução dos países destruídos, tornando-se a grande potência capitalista do século XX.
O motivo dos Estados Unidos entrarem na Primeira Guerra Mundial que em abril de 1917, após um ataque alemão a um dos navios americanos que transportavam suprimentos, pois os Estados Unidos era grande parceiro comercial dos britânicos.
Após muitos desgastes com a guerra os países foram assinando a rendição, principalmente a partir de 1918 com o reforço dos Estados Unidos em suprimentos e tropas ajudou os aliados a decidirem o conflito quando em 1919 a Alemanha assinou sua rendição. Na Conferência de Paris alguns pontos defendidos se concretizaram, tais como a dependência de alguns Estados europeus ao Estado Unidos e a criação das Sociedades Unidas (organização internacional com o papel de assegurar união comercial dos países).O principal acordo político para por fim a guerra, firmado no Palácio de Versalhes, definiu os termos de paz, impondo duríssimas sanções à Alemanha, considerada a única culpada pela guerra. Esse acordo foi O Tratado de Versalhes, assinado em 28 de junho de 1919.
A Revolução Russa de 1917 foi uma série de eventos políticos na Rússia, que, após a eliminação da autocracia russa, e depois do Governo Provisório, resultou no estabelecimento do poder soviético sob o controle do Partido Bolchevique. O resultado desse processo foi a criação da União Soviética, que durou até 1991.
Com o desenvolvimento da industrialização e o maior relacionamento com a Europa Ocidental, a Rússia recebeu do exterior novas correntes políticas que se chocavam com o antiquado absolutismo do governo russo. Entre elas se destacou a corrente inspirada no marxismo, que deu origem ao Partido Operário Social-Democrata Russo, dividido posteriormente entre bolcheviques e mencheviques.



8º ano - Revisão da avaliação – I unidade

Nos séculos XVII e XVIII o Iluminismo surgiu como fruto do racionalismo, do pensamento lógico e do desenvolvimento da ciência em um momento em que predominavam os valores e pensamentos ditados pela Igreja Católica. O movimento científico e filosófico buscando o esclarecimento e à luz, em detrimento do “obscurantismo” dominante no Antigo Regime que se destacava por meio das ideias pregadas pela Igreja Católica e pelo Estado absolutista.
 O Iluminismo questionava muitos princípios do Absolutismo e lutava por liberdade em diferentes esferas de atuação do indivíduo (como na religião, na política e na economia). Muitos monarcas, temendo serem depostos por seus opositores, adotaram alguns princípios do Iluminismo, inaugurando uma nova forma de governo, que, apesar de centralizada nas mãos dos reis, não era tida como absoluta. Essa forma de governo ficou conhecida como despotismo esclarecido.

Um dos pensadores mais importantes do Iluminismo foi Rousseau. Uma de suas teorias é um dos fundamentos para as democracias atuais, e pode ser lida na obra Do Contrato Social. O que Rousseau afirma nesse livro que o soberano deve conduzir o Estado de acordo com a vontade de seu povo.

Outro grande Iluminista foi Charles- Louis de Secondat (Montesquieu), escritor e filósofo, publicou em sua obra, "O espírito das leis" em 1748, defendendo a ideia de que a religião e a política não podem ser confundidas. Para ele, o poder de um Estado deveria ser dividido em três: o Poder Legislativo (que elabora as leis), o Poder Executivo (que executa e administra as leis) e o Poder Judiciário (que julga aqueles que desrespeitam as leis);

O maior representante do despotismo esclarecido em Portugal, que como ministro realizou diversas reformas, criando companhias de comércio e de manufatura, melhorando o sistema de ensino, reduzindo o poder da Igreja Católica, inclusive expulsando os Jesuítas de Portugal e que como colônia portuguesa o Brasil também sofreu as consequências inclusive também com expulsão dos Jesuítas e aumentos de impostos sobre a mineração gerando descontentamentos, foi o Marquês de Pombal - Sebastião José de Carvalho e Melo - foi ministro do rei D. José I entre os anos 1750 e 1777, período conhecido como despotismo pombalino.

A guerra civil norte-americana contrapôs os estados do norte e do sul dos Estados Unidos, que mantinham distintos modelos econômicos e sociais e, por isso, diferentes formas de enxergar o desenvolvimento do país. A expansão para o oeste fez com que o território do país aumentasse drasticamente, e os rumos a serem tomados nessa onda de prosperidade podem ser considerados um dos fatores que levaram à guerra. Aponte a alternativa correta sobre as características dos grupos envolvidos na guerra.  Nos estados do centro-norte, era mantido o trabalho livre e assalariado ligado à pequena propriedade e à indústria, enquanto no sul o trabalho escravo era preponderante e aliado à grande propriedade, chamada de plantation.

No segundo congresso em 1775 da Filadélfia das Treze Colônias, George Washington um grande proprietário de terras e de escravos foi nomeado comandante das tropas americanas.
Nesse mesmo congresso, também ficou escolhida uma comissão responsável por elaborar a Declaração de Independência, que ficou pronta em quatro de julho de 1776.
Com a Declaração de Independência, os conflitos entre norte-americanos e ingleses intensificaram-se. Os norte-americanos enfrentaram o exército inglês cerca de seis anos, pois com o apoio militar e econômico da França em 1778, exército inglês foi derrotado e expulso em 1781.

Em 1787 os líderes da independência convocaram uma reunião entre os representantes dos treze estados americanos, que ficou conhecida como Convenção da Filadélfia, tinha o objetivo de elaborar o texto constitucional para a nova Nação. Após quatro meses de discussões foi aprovada a Constituição dos Estados Unidos da América, onde os poderes do país seriam divididos em O Poder Legislativo, o Poder Executivo e o Poder Judiciário.
Alguns governantes dos estados americanos, em 1791, apontaram a necessidade de incluir novos artigos na Constituição. Essas emendas foram chamadas de Estatutos dos Direitos (Bill of Rights) e foram consideras fundamentais para a formação do país. Entre essas emendas propostas estavam a garantia da liberdade de culto, de expressão, de imprensa e de reunião, além da legalização do porte de armas para a população civil.


A constituição dos Estados Unidos da América é considerada importante porque estabeleceu as bases para a formação de uma República, a primeira da América, que influenciou politicamente tanto alguns Estados europeus quantos as demais colônias americanas estabelecendo as bases de suas próprias leis

7º ano - Revisão da avaliação – I unidade

Com o fim do Império Romano do Ocidente, houve, na Europa, a fragmentação do poder e a ruralização da sociedade, o que deu origem ao sistema feudal. As principais características desse período foram a Descentralização do poder; divisão social rígida por estamentos; união entre Estado e Igreja Católica.
                
                 O feudalismo foi um sistema de organização política, econômica e social que existiu em algumas regiões da Europa ao longo da Idade Média. Embora não tenha sido homogêneo, possuiu algumas características comuns. Pensando nos grupos sociais, podemos dizer que a sociedade feudal era composta basicamente por clero, nobreza, servos e vilãos.

                 Os itens abaixo informam que permitem afirmar as características da sociedade feudal e que era estamental e com pouca mobilidade social, são:
     A posição social de uma pessoa dependia de seu nascimento;
     A sociedade se dividia em três grupos: clero, nobreza e trabalhadores;
     Mesmo trabalhando duro, o filho do camponês não conseguia alterar a sua posição na sociedade;
     A nobreza valia-se do monopólio das armas para impor seu domínio.

                 As Cruzadas foram importantes para as transformações ocorridas na Europa no fim da Idade Média. Em relação às Cruzadas, é possível afirmar que elas contribuíram decididamente para o recuo da dominação árabe no Mediterrâneo, abrindo espaço para que as suas águas viessem a sustentar, posteriormente, parte das grandes rotas do comércio europeu.

                 A civilização árabe, que se desenvolveu contemporaneamente à civilização europeia medieval, era bastante diferente desta última porque foi urbana e comercial.
                 O fundador do Islamismo foi Maomé, nasceu em Meca no ano de 570.
No processo de fundação do Islamismo, antigas crenças e práticas se confrontaram com os fundamentos defendidos por Maomé. Ao pregar o monoteísmo, Maomé reuniu a sua volta um grupo de seguidores, os muçulmanos, e isso desagradou os comerciantes coraxitas, que lucravam com a multidão de peregrinos que iam a Meca adorar deuses nos templos, levando os comerciantes a perseguirem Maomé e seguidores. Os conflitos daí resultantes levaram a um episódio conhecido como Hégira, que ficou conhecido pelos estudiosos como um marco na história dos árabes muçulmanos. A Hégira, ocorrida em 622, é o episódio em que Maomé, fugindo da perseguição dos comerciantes de Meca, se mudou de Meca para Yatreb, que passa a ser chamada de Medina “cidade do profeta”. O ocorrido é considerado ano 1 do calendário muçulmano. Oito anos depois da Hégira, Maomé e seus seguidores conquistaram Meca pela força das armas, destruíram as estátuas dos deuses locais, mas conservaram a Caaba e a Pedra Negra, marcando, com essa vitória, o nascimento do Islã, que significa “submissão total a Deus”. Meca tornou-se, desde então, a capital da religião muçulmana.


                 Tornando-se um princípio importante que impulsionou a expansão islâmica, pois, de acordo com o fundador do Islamismo todo fiel deveria assumir um compromisso com Alá e com a causa islâmica, foi então que surgiu o Jihad, dever de todo muçulmano em defender o Islã seja por meio da propagação religiosa, da pregação religiosa, do comportamento pessoal ou da luta armada;

                 Após a morte de Maomé, teve início a uma acirrada disputa entre duas corretes com visões diferentes sobre como deveria ser feita a sucessão do profeta, sendo Xiitas, defendiam que o seu sucessor deveria ser somente os descendentes de Maomé e os Sunitas, afirmavam que qualquer fiel poderia ser seu sucessor desde que aceito pela comunidade.


6º ano - Revisão da avaliação – I unidade

A Mesopotâmia é uma região de clima quente e seco e com uma vegetação pobre. Porém, a presença de dois grandes rios, o Tigre e o Eufrates, possibilitou a formação de sociedades complexas que se desenvolveram tendo por base a agricultura e o pastoreio. Os povos dessa região são sumérios, acádios, babilônicos, cassitas, assírios e caldeus.

Para o sistema de narrativa da História não é somente os povos que possuem a escrita, pois, não é somente por meio da escrita que podemos decifrar o passado, sendo também diversas as fontes que permitem entender os aspectos do passado, como os desenhos feitos em cavernas, as histórias contadas pelos mais velhos, os objetos encontrados em escavações entre outros.

Na Antiguidade, povos da África, da Mesopotâmia e de outras regiões do globo terrestre desenvolveram diferentes sistemas de escrita. Alguns rudimentares, outros mais complexos, mas, invariavelmente, esses sistemas evoluíram para instrumentos de dominação, como no Egito, em que a escrita e os escribas eram parte do universo associado ao exercício de poder. Originalmente os sistemas de escrita surgiram com o propósito de contabilizar e controlar a produção agrícola e a pecuária e facilitar o comércio.

No mapa da  Mesopotâmia  retrata que:
Está localizada entre os rios Tigres e Eufrates.
Foi habitada por muitos povos diferentes, como os Sumérios e os Acádios.
Faz parte do seu território hoje os seguintes países: Iraque, Kuwait, parte do Irã, da Síria e da Turquia.

O crescimento da população e o surgimento das cidades geraram a centralização do poder. Para organizar e administrar a população, foi necessário um código de registro mais eficiente que a memória humana, o surgimento da escrita, havendo nos povos mesopotâmicos, o crescimento da população e o surgimento dos núcleos urbanos.

Sobre os povos da Mesopotâmia, afirma-se que:
  apesar de ter havido a predominância de um povo em determinado momento, grande parte dos povos que ocuparam a região conviveu mutuamente durante um longo período;
  os babilônicos instituíram o primeiro império na região, formando um Estado unificado, e, sob o comando de Hammurabi, estabeleceram o primeiro código de leis escritas;
  as sociedades mesopotâmicas estavam divididas em camadas sociais, com reis, chefes militares e sacerdotes ocupando os postos mais elevados e trabalhadores, os postos mais baixos;
  apesar de diferentes povos se sucederem no domínio da região, podemos observar a permanência de aspectos culturais e político-administrativos.

Um dos primeiros códigos de leis escrito e na Babilônia entre 1792 e 1750 a.C., foi o Código de Hammurabi escrito pelo rei Hammurabi.

Com relação ao Egito Antigo, o rio que teria se desenvolvida a sociedade egípcia formando-se comunidade agrícolas independentes entre si, chamadas de nomos, sendo disputadas com frequência o domínio das áreas férteis foi no rio Nilo.
Para melhor enfrentar as disputas de domínio das áreas férteis do rio, os membros das comunidades agrícolas foram se unindo e acabaram formando dois reinos distintos, sendo eles o Baixo Egito e o Alto Egito.
 Por volta de 3100 a.C., um governante de um dos dois reinos das comunidades agrícolas, unificou os dois reinos e tornou-se o primeiro faraó egípcio. Ele era chamado de Menés.
Os egípcios eram politeístas, isto é, acreditavam em vários deuses.  Os deuses para os egípcios eram seres poderosos que controlavam o dia e a noite, a chuva e a seca, a vida e a morte entre outros aspectos da vida cotidiana, sendo dotados de virtudes, defeitos e desejos humanos. Os deuses mais cultuados eram Hórus (deus sol), Ísis (deusa da fertilidade) e Osíris (deus dos mortos).

Os egípcios mumificavam seus mortos porque acreditavam na vida após a morte e para eles muito importante serem recebido por Osíris no reino dos mortos. Para eles quando uma pessoa morria, sua alma deixava o corpo e depois retornava. Por isso, os egípcios desenvolveram a mumificação para conservar os corpos.

quarta-feira, 16 de março de 2016

OS DIAS DA SEMANA

Por que os dias úteis da semana têm “feira”?
calendar_icon1
“Dias úteis” é como são chamados aqueles dias da semana que são destinados ao trabalho, em oposição a “fim de semana”, que são os dias destinados ao descanso e ao lazer. Atualmente, a semana é dividida em 5 dias úteis e um fim de semana de 2 dias (sábado e domingo). Na língua portuguesa, o nome “sábado” tem origem judaica (do hebraico “shabāt”) e significa “dia do descanso”; ele geralmente é considerado o último dia da semana e tem seu fundamento na narrativa bíblica do Gênesis, em que Deus criou o mundo em 6 dias e descansou no último. O nome “domingo” tem origem romana (do latim “dies Dominicus”) e significa “dia do Senhor”; ele geralmente é considerado o primeiro dia da semana, aquele em que as pessoas se reúnem para cultuar a Deus (daí a tradição de ir à igreja aos domingos). Os demais dias (os “úteis”) foram nomeados pela sua ordem (segunda, terça, quarta…) acrescidos da palavra “feira”. Mas por quê?
O nome “feira” acrescido aos dias úteis da semana na língua portuguesa vem do latim “feria“, que também significa “dia de descanso”, “folga”, ou ainda mais literalmente “férias”. O termo passou a ser empregado no ano 563, após um concílio da Igreja Católica na cidade portuguesa de Braga. Na ocasião, o bispo Martinho de Braga decidiu que os nomes dos dias da semana usados até então, em homenagem a deuses pagãos, deveriam mudar. Mas espera aí: se feria significa dia de descanso, folga e férias, por que se usa “feira” para nomear os dias úteis? Isso acontece porque, no início, a ordem do bispo valia apenas para os dias da Semana Santa (aquela que antecede o domingo de Páscoa), em que todo bom cristão deveria descansar. Somente depois é que ela acabou sendo adotada para o ano inteiro.
A parte mais interessante dessa história é que tudo isso (os nomes dos dias e suas origens explicadas acima) é uma exclusividade dos países de língua portuguesa. No inglês, espanhol, francês, italiano, alemão e muitas outras línguas modernas, ao contrário do que queria o bispo Martinho de Braga, os deuses pagãos continuam sendo homenageados e batendo ponto dia após dia. Isso porque, na sua origem mais remota, os nomes dos dias da semana tinham influência na astrologia, e cada um representava um deus pagão, que por sua vez eram representados materialmente por um astro do nosso Sistema Solar: Sol (domingo), Lua (segunda), Marte (terça), Mercúrio (quarta), Júpiter (quinta), Vênus (sexta) e Saturno (sábado). Veja o exemplo do inglês: sunday (dia do Sol), monday (dia da Lua), tuesday (dia de Marte), wednesday (dia de Mercúrio),thursday (dia de Júpiter), friday (dia de Vênus) e saturday (dia de Saturno). Outro dado curioso: por ordenação de trabalho e lazer e pela normalização ISO 8601, a segunda-feira é considerada o primeiro dia da semana, sendo o domingo o último dia e o sábado o penúltimo. No entanto, desde o ano 321 os calendários ocidentais começam a semana pelo domingo. A regra foi imposta naquele ano pelo imperador romano Constantino, que, além disso, estabeleceu definitivamente que as semanas teriam 7 dias. A ordem não foi aleatória: embora na época os romanos adotassem semanas de 8 dias, a narrativa do Gênesis já dizia que Deus havia criado a Terra em 6 dias e descansado no sétimo e, ao que tudo indica, os babilônios também já dividiam o ano em conjuntos de 7 dias.

Fonte:
Charlezine.com.br
Com informações de Wikipédia e revista Mundo Estranho.

quarta-feira, 9 de março de 2016

Resumo para estudo do teste de História – I Unidade - 9º ano - Instituto Ivone Vanderley

Instituto Ivone Vanderley


Resumo para estudo do teste de História – I Unidade  -  9º ano
Professor: Antônio Batista     
Assunto: A política e o etnocentrismo;
Grandes transformações;
Segunda revolução industrial ;
Mudanças no capitalismo;
O imperialismo e sua ideologia;
O socialismo científico.
Livro didático: FTD

Atualmente a maioria dos países possui um código de leis escritas chamado de Constituição, que são pautadas suas decisões políticas. Mesmo com a Constituição há países em que o povo participa das decisões políticas e outro em que não. Então podemos entender que a democracia é o sistema político em que há participação política dos cidadãos e a ditadura é o sistema político em que essa participação é vedada
Etnocentrismo é a tendência de um determinado grupo a valorizar sua própria cultura como idea, desvalorizando a cultura de outros grupos. É uma forma muito forte de ideias e comportamentos discriminatórios, onde o pensamento etnocêntrico tende a ser uma barreira para uma convivência harmoniosa e democrática entre as pessoas.
Prevendo a garantia da qualidade de vida das sociedades atuais sem prejudicar a existência das futuras gerações, o grande desafio para a humanidade no século XXI é promover o desenvolvimento sustentável, reduzindo as desigualdades sociais, promovendo debates sobre o consumo da sociedade e estimular a tolerância e a cooperação das pessoas garantindo um futuro melhor para todos. 
As principais inovações tecnológicas, que impulsionando o crescimento e ampliando o leque de fontes energia e de materiais, aumentou a capacidade produtiva das indústrias, na Segunda Revolução Industrial, foram o conversor Bessemer, os motores de combustão interna e os geradores de corrente elétrica.
As exposições promovidas pelos investidores na segunda metade do XIX divulgando suas novas descobertas tecnológicas, científicas e artísticas, consistiram na construção da ideia de superioridade das potências econômicas ocidentais da época, que, por meio da divulgação de novas tecnologias, confirmaram sua supremacia em relação a outros países.
Capitalismo industrial relaciona-se às pequenas e médias empresas, geralmente sob direção familiar, e seu crescimento decorria do reinvestimento dos próprios lucros, contudo como o crescimento acelerado da economia capitalista no final do século XIX promoveu a formação de grandes empresas. Com o acúmulo de grande lucros, a capitalização das indústrias foi garantida pelos investidos de grandes bancos surgindo o capitalismo financeiro que é o fruto da união da indústria como capital bancário, em que grandes empresas monopolizavam a produção em determinado ramos industriais.
Em relação ao Capitalismo financeiro, as práticas ocorrem sob três principais formas: truste - fusão de várias empresas em uma única, que assume o comando com o objetivo de concentrar e dominar todas as fases de produção, distribuição e consumo Holding - ocorre quando empresas de porte médio são controladas por uma grande instituição, que detém o controle das ações, Cartel - associação de empresas que atuam em um mesmo ramo da economia com o objetivo de evitar a concorrência e de estabelecer acordos quanto aos preços e nichos do mercado.
Imperialismo ou Neocolonialismo se baseia, essencialmente, na dominação de uma nação sobre a outra, principalmente por interesses políticos e econômicos sendo justificas por ideologias da época.
Durante o século XIX, para justificar a presença e as intervenções nos países dominados, os países europeus imperialistas se preocuparam em buscar a aprovação e o apoio popular reafirmando ideologias etnocêntricas, glorificando a origem e a cultura europeia e menosprezando a cultura dos outros povos. As principais ideologias foram Darwinismo social - com base na teoria de Charles Darwin, os sociólogos lançaram ideias simplistas de "superioridade racial" e deu base para o racismo, onde a raça branca europeia seria cultural e fisicamente superior que outros povos e a catequização - tendo contato com cristianismo, com os costumes e valores da cultura europeia dita "superior" as outras sociedades deixariam de ser primitivas e se tornariam "civilizadas".
De acordo com Marx e Engels, a sociedade europeia do século XIX era composta basicamente de duas classes sociais a dos capitalistas e a dos operários, isto é, a burguesia e o proletariado que, por possuírem interesses opostos, viviam em luta constante. Além dessas duas classes sociais, havia a classe média que, para esses filósofos, não tinha ideologia própria, associando-se ora à burguesia ora ao proletariado, de acordo com os interesses do momento.
Os alemães Karl Marx e Friedrich Engls propuseram uma nova maneira de organizar a sociedade no século XIX, pois também conheciam a realidade social de seu tempo e discordavam das ações impostas aos proletários e aos povos colonizados. A nova maneira de organizar a sociedade defendida por eles foi baseada no socialismo científico, também conhecido como Marxismo.



Resumo para estudo do teste de História – I Unidade - 8º ano - Instituto Ivone Vanderley

Instituto Ivone Vanderley


Resumo para estudo do teste de História – I Unidade  -  8º ano
Professor: Antônio Batista     
Assunto: O tempo natural e o tempo cronológico;
O sistema feudal;
A formação dos Estados modernos e mercantilismo;
As camadas sociais;
O absolutismo ibérico e inglês..
Livro didático: FTD

O tempo natural é propriamente dito o tempo da natureza. É o fenômeno natural que realiza a passagem do tempo, o dia e a noite, o ciclo da vida dos vegetais, animais e seres humanos.
O tempo cronológico é medido e contado. Apesar de basear-se na sucessão de ciclos naturais, como os dias e as noites ele é um produto cultural, pois foi o ser humano que criou as diversas formas de medição do tempo. Exemplo: dia mês, ano, os segundos, a hora, etc.
O sistema feudal foi predominante na Europa entre os séculos V e XV, onde a maioria da população vivia na área rural e trabalhava na produção agrícola. O sistema feudal constitui em que os camponeses chamados de servos deviam fidelidades aos grandes proprietários de terra e em troca recebiam deles proteção e permissão para trabalhar na terra, os senhores feudais eram os proprietários rurais, que sendo eles nobres recebiam dos reis, ou de outros nobres com mais posses, um grande lote de terra - o feudo - ficando comprometido em garantir a defesa do território e conforme os senhores feudais foram aumentando suas propriedades e o número de camponeses sob sus proteção, ficaram mais poderosos e adquiriram certa autonomia em relação ao rei.
A centralização do poder nas mãos dos reis, a partir o século XIII, com apoio dos nobres e dos mercadores que passaram a garantir uma nova estrutura social e política, foi dando origem ao que chamamos de Estados modernos e para que houvesse identificação entre a população e o início da formação de uma unidade nacional em diversos locais da Europa, também foram imprescindíveis a criação de exércitos permanentes, disciplinados e fiéis ao Estado e a imposição de uma única língua e de uma religião oficial.
A partir de século XVI, vários Estados modernos adotaram um conjunto de práticas econômicas que foi chamada de mercantilismo. O mercantilismo tinha como características principais a intervenção do Estado na economia, concentrando a acumulação de metais preciosos, prática conhecida como metalismo e a preocupação do governo estatal na balança comercial positiva, ou seja, aumentar as exportações e diminuir as importações do país.
A sociedade europeia, durante o antigo regime, era dividida em camadas sociais que distinguiam as pessoas segundo suas condições políticas e financeiras, em Primeiro Estado (Alto clero e baixo clero), Segundo Estado (príncipes, duques e barões) e Terceiro Estado (camada mais numerosa, composta por burgueses, artesãos, camponeses e pessoas livres pobres).
Os Estados europeus do século XVI desenvolveram uma forma de governo conhecida como absolutismo. Alguns pontos em comum como características próprias do absolutismo, a centralização dos poderes na figura do rei, o aumento das repartições administrativas do Estado, a criação e manutenção de um exército forte, a utilização do mercantilismo como sistema econômico e o aumento do rigor na cobrança de impostos.
Os “reis católicos” espanhóis incentivaram a expansão marítima e financiaram a expedição do navegador Cristóvão Colombo. Em 1492, ele chegou a um continente até então desconhecido pelos europeus que receberia o nome de América.
No final do século XVI, a Coroa portuguesa enfrentou uma crise sucessória que provocou a união das Coroas portuguesa e espanhola. Esse período foi chamado de  União Ibérica, e durou de 1580 a 1640.
O único governo absolutista que apresentou elementos que diferenciou dos demais governos absolutistas da Europa, foi a  Inglaterra, que desde o século XIII os reis ficaram limitados pela Carta Magna, documento que instituiu um parlamento que restringia o poder do rei, sendo fechado várias vezes pelos reis absolutistas e, assim conseguiram exercer o poder.


Resumo para estudo do teste de História – I Unidade - 7º ano - Instituto Ivone Vanderley

Instituto Ivone Vanderley


Resumo para estudo do teste de História – I Unidade  -  7º ano
Professor: Antônio Batista     
Assunto: O tempo e a História;
Idade Média;
Império Romano;
A difusão do cristianismo;
Mistura cultural e religiosa;
O Corpo do Direito Civil.
Livro didático: FTD

O tempo natural é propriamente dito o tempo da natureza. É o fenômeno natural que realiza a passagem do tempo, o dia e a noite, o ciclo da vida dos vegetais, animais e seres humanos.
O tempo cronológico é medido e contado. Apesar de basear-se na sucessão de ciclos naturais, como os dias e as noites ele é um produto cultural, pois foi o ser humano que criou as diversas formas de medição do tempo. Exemplo: dia mês, ano, os segundos, a hora, etc.
A Idade Média é o período histórico que tem como início com a queda do Império Romano do Ocidente. Esse período abrange cerca de mil anos, entre os séculos V e XV.
Ao longo de mil anos, foram formadas várias das atuais nações da Europa, onde vários historiadores consideram que a Idade Média foi o período em que nasceu o mundo ocidental, pois muitas línguas faladas atualmente também surgiram neste período,a Igreja Católica tornou-se a mais importante instituição do Ocidente e o final da Idade Média o capitalismo, sistema econômico adotado na maioria dos países da atualidade, começou a se fortalecer.
Por volta do século II, o Império Romano começou a enfrentar uma série de problemas internos levando-o a um longo período de crise. Os principais entraves foram a crise do escravismo: diminuição dos escravos, pois era um dos pilares da riqueza romana, ruralização da economia: a área rural começou a se tornar mais populosa, pois a urbana não era mais atrativa e ocupação germânica: os povos germânicos começaram a invadir, devido a fragilidade romana. esse período, o Império Romano, cedia territórios aos germânicos que, em troca tinha que guardar as fronteiras e evitar que outros povos invadissem as regiões.
Os romanos chamavam de bárbaros todos aqueles não compartilhavam sua cultura e não falavam sua língua, o latim. Como os germânicos eram vistos como estrangeiros pelos romanos as invasões germânicas ao Império Romano também ficaram conhecidas como "invasões bárbaras".
A crise romana estava incontrolada, quando no ano de 395, o imperador Teodósio dividiu o império em duas partes, sendo Império Romano do Ocidente (Capital Roma) e o Império Romano do Oriente (Capital Constantinopla).
A cidade de Roma foi conquistada por um grupo de invasores germânicos que, liderados por Odoacro, saquearam a cidade e depuseram do trono Flávio Rômulo Augusto, o então imperador, esse fato ocorreu no século V.
Em 313 Constantino concedeu liberdade de culto aos cristãos, porém o cristianismo só se tornou a religião oficial de Roma no ano de 391, pelo Imperador Teodósio.
No início do século XI, as diferenças entre o cristianismo do Ocidente e do Oriente provocaram uma divisão na cristandade. Essa divisão ficou conhecida como Grande Cisma do Oriente. A partir de então a igreja ocidental passou a ser chamada de Igreja Católica Apostólica Romana, liderada pelo papa e a igreja bizantina, por sua vez, foi chamada de Igreja Ortodoxa, liderada pelo patriarca.

Durante o governo de Justiniano, juristas e estudiosos do direito realizaram uma compilação de leis que incluía principalmente, as antigas leis romanas, assim como as que foram elaboradas em seu governo e que também serviram de base para grande parte dos códigos de leis utilizados atualmente em muitos países, inclusive no Brasil. Essa compilação de leis ficou conhecida como Corpo do Direito Civil (Corpus Juris Civilis).