quarta-feira, 6 de abril de 2016

7º ano - Revisão da avaliação – I unidade

Com o fim do Império Romano do Ocidente, houve, na Europa, a fragmentação do poder e a ruralização da sociedade, o que deu origem ao sistema feudal. As principais características desse período foram a Descentralização do poder; divisão social rígida por estamentos; união entre Estado e Igreja Católica.
                
                 O feudalismo foi um sistema de organização política, econômica e social que existiu em algumas regiões da Europa ao longo da Idade Média. Embora não tenha sido homogêneo, possuiu algumas características comuns. Pensando nos grupos sociais, podemos dizer que a sociedade feudal era composta basicamente por clero, nobreza, servos e vilãos.

                 Os itens abaixo informam que permitem afirmar as características da sociedade feudal e que era estamental e com pouca mobilidade social, são:
     A posição social de uma pessoa dependia de seu nascimento;
     A sociedade se dividia em três grupos: clero, nobreza e trabalhadores;
     Mesmo trabalhando duro, o filho do camponês não conseguia alterar a sua posição na sociedade;
     A nobreza valia-se do monopólio das armas para impor seu domínio.

                 As Cruzadas foram importantes para as transformações ocorridas na Europa no fim da Idade Média. Em relação às Cruzadas, é possível afirmar que elas contribuíram decididamente para o recuo da dominação árabe no Mediterrâneo, abrindo espaço para que as suas águas viessem a sustentar, posteriormente, parte das grandes rotas do comércio europeu.

                 A civilização árabe, que se desenvolveu contemporaneamente à civilização europeia medieval, era bastante diferente desta última porque foi urbana e comercial.
                 O fundador do Islamismo foi Maomé, nasceu em Meca no ano de 570.
No processo de fundação do Islamismo, antigas crenças e práticas se confrontaram com os fundamentos defendidos por Maomé. Ao pregar o monoteísmo, Maomé reuniu a sua volta um grupo de seguidores, os muçulmanos, e isso desagradou os comerciantes coraxitas, que lucravam com a multidão de peregrinos que iam a Meca adorar deuses nos templos, levando os comerciantes a perseguirem Maomé e seguidores. Os conflitos daí resultantes levaram a um episódio conhecido como Hégira, que ficou conhecido pelos estudiosos como um marco na história dos árabes muçulmanos. A Hégira, ocorrida em 622, é o episódio em que Maomé, fugindo da perseguição dos comerciantes de Meca, se mudou de Meca para Yatreb, que passa a ser chamada de Medina “cidade do profeta”. O ocorrido é considerado ano 1 do calendário muçulmano. Oito anos depois da Hégira, Maomé e seus seguidores conquistaram Meca pela força das armas, destruíram as estátuas dos deuses locais, mas conservaram a Caaba e a Pedra Negra, marcando, com essa vitória, o nascimento do Islã, que significa “submissão total a Deus”. Meca tornou-se, desde então, a capital da religião muçulmana.


                 Tornando-se um princípio importante que impulsionou a expansão islâmica, pois, de acordo com o fundador do Islamismo todo fiel deveria assumir um compromisso com Alá e com a causa islâmica, foi então que surgiu o Jihad, dever de todo muçulmano em defender o Islã seja por meio da propagação religiosa, da pregação religiosa, do comportamento pessoal ou da luta armada;

                 Após a morte de Maomé, teve início a uma acirrada disputa entre duas corretes com visões diferentes sobre como deveria ser feita a sucessão do profeta, sendo Xiitas, defendiam que o seu sucessor deveria ser somente os descendentes de Maomé e os Sunitas, afirmavam que qualquer fiel poderia ser seu sucessor desde que aceito pela comunidade.


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