Com o fim do Império Romano do Ocidente,
houve, na Europa, a fragmentação do poder e a ruralização da sociedade, o que
deu origem ao sistema feudal. As principais características desse período foram
a Descentralização do poder; divisão
social rígida por estamentos; união entre Estado e Igreja Católica.
O
feudalismo foi um sistema de organização política, econômica e social que
existiu em algumas regiões da Europa ao longo da Idade Média. Embora não tenha
sido homogêneo, possuiu algumas características comuns. Pensando nos
grupos sociais, podemos dizer que a sociedade feudal era composta basicamente
por clero, nobreza, servos e
vilãos.
Os itens
abaixo informam que permitem afirmar as características da sociedade feudal e
que era estamental e com pouca
mobilidade social, são:
• A posição social de uma pessoa dependia de seu
nascimento;
• A sociedade se dividia em três grupos: clero, nobreza
e trabalhadores;
• Mesmo trabalhando duro, o filho do camponês não
conseguia alterar a sua posição na sociedade;
• A nobreza valia-se do monopólio das armas para impor
seu domínio.
As
Cruzadas foram importantes para as transformações ocorridas na Europa no fim da
Idade Média. Em relação às Cruzadas, é possível afirmar que elas contribuíram decididamente para o recuo
da dominação árabe no Mediterrâneo, abrindo espaço para que as suas águas
viessem a sustentar, posteriormente, parte das grandes rotas do comércio
europeu.
A
civilização árabe, que se desenvolveu contemporaneamente à civilização europeia
medieval, era bastante diferente desta última porque foi urbana e comercial.
O
fundador do Islamismo foi Maomé, nasceu
em Meca no ano de 570.
No processo de fundação do Islamismo,
antigas crenças e práticas se confrontaram com os fundamentos defendidos por
Maomé. Ao
pregar o monoteísmo, Maomé reuniu a sua volta um grupo de seguidores, os
muçulmanos, e isso desagradou os comerciantes coraxitas, que lucravam com a
multidão de peregrinos que iam a Meca adorar deuses nos templos, levando os
comerciantes a perseguirem Maomé e seguidores. Os conflitos daí resultantes levaram a um episódio
conhecido como Hégira, que ficou conhecido pelos estudiosos como um marco na
história dos árabes muçulmanos. A
Hégira, ocorrida em 622, é o episódio em que Maomé, fugindo da perseguição dos
comerciantes de Meca, se mudou de Meca para Yatreb, que passa a ser chamada de
Medina “cidade do profeta”. O ocorrido é considerado ano 1 do calendário
muçulmano. Oito anos depois da Hégira, Maomé e seus seguidores conquistaram
Meca pela força das armas, destruíram as estátuas dos deuses locais, mas
conservaram a Caaba e a Pedra Negra, marcando, com essa vitória, o nascimento
do Islã, que significa “submissão total a Deus”. Meca tornou-se, desde então, a
capital da religião muçulmana.
Tornando-se
um princípio importante que impulsionou a expansão islâmica, pois, de acordo
com o fundador do Islamismo todo fiel deveria assumir um compromisso com Alá e
com a causa islâmica, foi então que surgiu o Jihad, dever de todo muçulmano em defender o Islã seja por meio da
propagação religiosa, da pregação religiosa, do comportamento pessoal ou da luta
armada;
Após
a morte de Maomé, teve início a uma acirrada disputa entre duas corretes com
visões diferentes sobre como deveria ser feita a sucessão do profeta, sendo Xiitas, defendiam que o seu sucessor deveria
ser somente os descendentes de Maomé e os Sunitas, afirmavam que qualquer fiel
poderia ser seu sucessor desde que aceito pela comunidade.
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