quarta-feira, 16 de março de 2016

OS DIAS DA SEMANA

Por que os dias úteis da semana têm “feira”?
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“Dias úteis” é como são chamados aqueles dias da semana que são destinados ao trabalho, em oposição a “fim de semana”, que são os dias destinados ao descanso e ao lazer. Atualmente, a semana é dividida em 5 dias úteis e um fim de semana de 2 dias (sábado e domingo). Na língua portuguesa, o nome “sábado” tem origem judaica (do hebraico “shabāt”) e significa “dia do descanso”; ele geralmente é considerado o último dia da semana e tem seu fundamento na narrativa bíblica do Gênesis, em que Deus criou o mundo em 6 dias e descansou no último. O nome “domingo” tem origem romana (do latim “dies Dominicus”) e significa “dia do Senhor”; ele geralmente é considerado o primeiro dia da semana, aquele em que as pessoas se reúnem para cultuar a Deus (daí a tradição de ir à igreja aos domingos). Os demais dias (os “úteis”) foram nomeados pela sua ordem (segunda, terça, quarta…) acrescidos da palavra “feira”. Mas por quê?
O nome “feira” acrescido aos dias úteis da semana na língua portuguesa vem do latim “feria“, que também significa “dia de descanso”, “folga”, ou ainda mais literalmente “férias”. O termo passou a ser empregado no ano 563, após um concílio da Igreja Católica na cidade portuguesa de Braga. Na ocasião, o bispo Martinho de Braga decidiu que os nomes dos dias da semana usados até então, em homenagem a deuses pagãos, deveriam mudar. Mas espera aí: se feria significa dia de descanso, folga e férias, por que se usa “feira” para nomear os dias úteis? Isso acontece porque, no início, a ordem do bispo valia apenas para os dias da Semana Santa (aquela que antecede o domingo de Páscoa), em que todo bom cristão deveria descansar. Somente depois é que ela acabou sendo adotada para o ano inteiro.
A parte mais interessante dessa história é que tudo isso (os nomes dos dias e suas origens explicadas acima) é uma exclusividade dos países de língua portuguesa. No inglês, espanhol, francês, italiano, alemão e muitas outras línguas modernas, ao contrário do que queria o bispo Martinho de Braga, os deuses pagãos continuam sendo homenageados e batendo ponto dia após dia. Isso porque, na sua origem mais remota, os nomes dos dias da semana tinham influência na astrologia, e cada um representava um deus pagão, que por sua vez eram representados materialmente por um astro do nosso Sistema Solar: Sol (domingo), Lua (segunda), Marte (terça), Mercúrio (quarta), Júpiter (quinta), Vênus (sexta) e Saturno (sábado). Veja o exemplo do inglês: sunday (dia do Sol), monday (dia da Lua), tuesday (dia de Marte), wednesday (dia de Mercúrio),thursday (dia de Júpiter), friday (dia de Vênus) e saturday (dia de Saturno). Outro dado curioso: por ordenação de trabalho e lazer e pela normalização ISO 8601, a segunda-feira é considerada o primeiro dia da semana, sendo o domingo o último dia e o sábado o penúltimo. No entanto, desde o ano 321 os calendários ocidentais começam a semana pelo domingo. A regra foi imposta naquele ano pelo imperador romano Constantino, que, além disso, estabeleceu definitivamente que as semanas teriam 7 dias. A ordem não foi aleatória: embora na época os romanos adotassem semanas de 8 dias, a narrativa do Gênesis já dizia que Deus havia criado a Terra em 6 dias e descansado no sétimo e, ao que tudo indica, os babilônios também já dividiam o ano em conjuntos de 7 dias.

Fonte:
Charlezine.com.br
Com informações de Wikipédia e revista Mundo Estranho.

quarta-feira, 9 de março de 2016

Resumo para estudo do teste de História – I Unidade - 9º ano - Instituto Ivone Vanderley

Instituto Ivone Vanderley


Resumo para estudo do teste de História – I Unidade  -  9º ano
Professor: Antônio Batista     
Assunto: A política e o etnocentrismo;
Grandes transformações;
Segunda revolução industrial ;
Mudanças no capitalismo;
O imperialismo e sua ideologia;
O socialismo científico.
Livro didático: FTD

Atualmente a maioria dos países possui um código de leis escritas chamado de Constituição, que são pautadas suas decisões políticas. Mesmo com a Constituição há países em que o povo participa das decisões políticas e outro em que não. Então podemos entender que a democracia é o sistema político em que há participação política dos cidadãos e a ditadura é o sistema político em que essa participação é vedada
Etnocentrismo é a tendência de um determinado grupo a valorizar sua própria cultura como idea, desvalorizando a cultura de outros grupos. É uma forma muito forte de ideias e comportamentos discriminatórios, onde o pensamento etnocêntrico tende a ser uma barreira para uma convivência harmoniosa e democrática entre as pessoas.
Prevendo a garantia da qualidade de vida das sociedades atuais sem prejudicar a existência das futuras gerações, o grande desafio para a humanidade no século XXI é promover o desenvolvimento sustentável, reduzindo as desigualdades sociais, promovendo debates sobre o consumo da sociedade e estimular a tolerância e a cooperação das pessoas garantindo um futuro melhor para todos. 
As principais inovações tecnológicas, que impulsionando o crescimento e ampliando o leque de fontes energia e de materiais, aumentou a capacidade produtiva das indústrias, na Segunda Revolução Industrial, foram o conversor Bessemer, os motores de combustão interna e os geradores de corrente elétrica.
As exposições promovidas pelos investidores na segunda metade do XIX divulgando suas novas descobertas tecnológicas, científicas e artísticas, consistiram na construção da ideia de superioridade das potências econômicas ocidentais da época, que, por meio da divulgação de novas tecnologias, confirmaram sua supremacia em relação a outros países.
Capitalismo industrial relaciona-se às pequenas e médias empresas, geralmente sob direção familiar, e seu crescimento decorria do reinvestimento dos próprios lucros, contudo como o crescimento acelerado da economia capitalista no final do século XIX promoveu a formação de grandes empresas. Com o acúmulo de grande lucros, a capitalização das indústrias foi garantida pelos investidos de grandes bancos surgindo o capitalismo financeiro que é o fruto da união da indústria como capital bancário, em que grandes empresas monopolizavam a produção em determinado ramos industriais.
Em relação ao Capitalismo financeiro, as práticas ocorrem sob três principais formas: truste - fusão de várias empresas em uma única, que assume o comando com o objetivo de concentrar e dominar todas as fases de produção, distribuição e consumo Holding - ocorre quando empresas de porte médio são controladas por uma grande instituição, que detém o controle das ações, Cartel - associação de empresas que atuam em um mesmo ramo da economia com o objetivo de evitar a concorrência e de estabelecer acordos quanto aos preços e nichos do mercado.
Imperialismo ou Neocolonialismo se baseia, essencialmente, na dominação de uma nação sobre a outra, principalmente por interesses políticos e econômicos sendo justificas por ideologias da época.
Durante o século XIX, para justificar a presença e as intervenções nos países dominados, os países europeus imperialistas se preocuparam em buscar a aprovação e o apoio popular reafirmando ideologias etnocêntricas, glorificando a origem e a cultura europeia e menosprezando a cultura dos outros povos. As principais ideologias foram Darwinismo social - com base na teoria de Charles Darwin, os sociólogos lançaram ideias simplistas de "superioridade racial" e deu base para o racismo, onde a raça branca europeia seria cultural e fisicamente superior que outros povos e a catequização - tendo contato com cristianismo, com os costumes e valores da cultura europeia dita "superior" as outras sociedades deixariam de ser primitivas e se tornariam "civilizadas".
De acordo com Marx e Engels, a sociedade europeia do século XIX era composta basicamente de duas classes sociais a dos capitalistas e a dos operários, isto é, a burguesia e o proletariado que, por possuírem interesses opostos, viviam em luta constante. Além dessas duas classes sociais, havia a classe média que, para esses filósofos, não tinha ideologia própria, associando-se ora à burguesia ora ao proletariado, de acordo com os interesses do momento.
Os alemães Karl Marx e Friedrich Engls propuseram uma nova maneira de organizar a sociedade no século XIX, pois também conheciam a realidade social de seu tempo e discordavam das ações impostas aos proletários e aos povos colonizados. A nova maneira de organizar a sociedade defendida por eles foi baseada no socialismo científico, também conhecido como Marxismo.



Resumo para estudo do teste de História – I Unidade - 8º ano - Instituto Ivone Vanderley

Instituto Ivone Vanderley


Resumo para estudo do teste de História – I Unidade  -  8º ano
Professor: Antônio Batista     
Assunto: O tempo natural e o tempo cronológico;
O sistema feudal;
A formação dos Estados modernos e mercantilismo;
As camadas sociais;
O absolutismo ibérico e inglês..
Livro didático: FTD

O tempo natural é propriamente dito o tempo da natureza. É o fenômeno natural que realiza a passagem do tempo, o dia e a noite, o ciclo da vida dos vegetais, animais e seres humanos.
O tempo cronológico é medido e contado. Apesar de basear-se na sucessão de ciclos naturais, como os dias e as noites ele é um produto cultural, pois foi o ser humano que criou as diversas formas de medição do tempo. Exemplo: dia mês, ano, os segundos, a hora, etc.
O sistema feudal foi predominante na Europa entre os séculos V e XV, onde a maioria da população vivia na área rural e trabalhava na produção agrícola. O sistema feudal constitui em que os camponeses chamados de servos deviam fidelidades aos grandes proprietários de terra e em troca recebiam deles proteção e permissão para trabalhar na terra, os senhores feudais eram os proprietários rurais, que sendo eles nobres recebiam dos reis, ou de outros nobres com mais posses, um grande lote de terra - o feudo - ficando comprometido em garantir a defesa do território e conforme os senhores feudais foram aumentando suas propriedades e o número de camponeses sob sus proteção, ficaram mais poderosos e adquiriram certa autonomia em relação ao rei.
A centralização do poder nas mãos dos reis, a partir o século XIII, com apoio dos nobres e dos mercadores que passaram a garantir uma nova estrutura social e política, foi dando origem ao que chamamos de Estados modernos e para que houvesse identificação entre a população e o início da formação de uma unidade nacional em diversos locais da Europa, também foram imprescindíveis a criação de exércitos permanentes, disciplinados e fiéis ao Estado e a imposição de uma única língua e de uma religião oficial.
A partir de século XVI, vários Estados modernos adotaram um conjunto de práticas econômicas que foi chamada de mercantilismo. O mercantilismo tinha como características principais a intervenção do Estado na economia, concentrando a acumulação de metais preciosos, prática conhecida como metalismo e a preocupação do governo estatal na balança comercial positiva, ou seja, aumentar as exportações e diminuir as importações do país.
A sociedade europeia, durante o antigo regime, era dividida em camadas sociais que distinguiam as pessoas segundo suas condições políticas e financeiras, em Primeiro Estado (Alto clero e baixo clero), Segundo Estado (príncipes, duques e barões) e Terceiro Estado (camada mais numerosa, composta por burgueses, artesãos, camponeses e pessoas livres pobres).
Os Estados europeus do século XVI desenvolveram uma forma de governo conhecida como absolutismo. Alguns pontos em comum como características próprias do absolutismo, a centralização dos poderes na figura do rei, o aumento das repartições administrativas do Estado, a criação e manutenção de um exército forte, a utilização do mercantilismo como sistema econômico e o aumento do rigor na cobrança de impostos.
Os “reis católicos” espanhóis incentivaram a expansão marítima e financiaram a expedição do navegador Cristóvão Colombo. Em 1492, ele chegou a um continente até então desconhecido pelos europeus que receberia o nome de América.
No final do século XVI, a Coroa portuguesa enfrentou uma crise sucessória que provocou a união das Coroas portuguesa e espanhola. Esse período foi chamado de  União Ibérica, e durou de 1580 a 1640.
O único governo absolutista que apresentou elementos que diferenciou dos demais governos absolutistas da Europa, foi a  Inglaterra, que desde o século XIII os reis ficaram limitados pela Carta Magna, documento que instituiu um parlamento que restringia o poder do rei, sendo fechado várias vezes pelos reis absolutistas e, assim conseguiram exercer o poder.


Resumo para estudo do teste de História – I Unidade - 7º ano - Instituto Ivone Vanderley

Instituto Ivone Vanderley


Resumo para estudo do teste de História – I Unidade  -  7º ano
Professor: Antônio Batista     
Assunto: O tempo e a História;
Idade Média;
Império Romano;
A difusão do cristianismo;
Mistura cultural e religiosa;
O Corpo do Direito Civil.
Livro didático: FTD

O tempo natural é propriamente dito o tempo da natureza. É o fenômeno natural que realiza a passagem do tempo, o dia e a noite, o ciclo da vida dos vegetais, animais e seres humanos.
O tempo cronológico é medido e contado. Apesar de basear-se na sucessão de ciclos naturais, como os dias e as noites ele é um produto cultural, pois foi o ser humano que criou as diversas formas de medição do tempo. Exemplo: dia mês, ano, os segundos, a hora, etc.
A Idade Média é o período histórico que tem como início com a queda do Império Romano do Ocidente. Esse período abrange cerca de mil anos, entre os séculos V e XV.
Ao longo de mil anos, foram formadas várias das atuais nações da Europa, onde vários historiadores consideram que a Idade Média foi o período em que nasceu o mundo ocidental, pois muitas línguas faladas atualmente também surgiram neste período,a Igreja Católica tornou-se a mais importante instituição do Ocidente e o final da Idade Média o capitalismo, sistema econômico adotado na maioria dos países da atualidade, começou a se fortalecer.
Por volta do século II, o Império Romano começou a enfrentar uma série de problemas internos levando-o a um longo período de crise. Os principais entraves foram a crise do escravismo: diminuição dos escravos, pois era um dos pilares da riqueza romana, ruralização da economia: a área rural começou a se tornar mais populosa, pois a urbana não era mais atrativa e ocupação germânica: os povos germânicos começaram a invadir, devido a fragilidade romana. esse período, o Império Romano, cedia territórios aos germânicos que, em troca tinha que guardar as fronteiras e evitar que outros povos invadissem as regiões.
Os romanos chamavam de bárbaros todos aqueles não compartilhavam sua cultura e não falavam sua língua, o latim. Como os germânicos eram vistos como estrangeiros pelos romanos as invasões germânicas ao Império Romano também ficaram conhecidas como "invasões bárbaras".
A crise romana estava incontrolada, quando no ano de 395, o imperador Teodósio dividiu o império em duas partes, sendo Império Romano do Ocidente (Capital Roma) e o Império Romano do Oriente (Capital Constantinopla).
A cidade de Roma foi conquistada por um grupo de invasores germânicos que, liderados por Odoacro, saquearam a cidade e depuseram do trono Flávio Rômulo Augusto, o então imperador, esse fato ocorreu no século V.
Em 313 Constantino concedeu liberdade de culto aos cristãos, porém o cristianismo só se tornou a religião oficial de Roma no ano de 391, pelo Imperador Teodósio.
No início do século XI, as diferenças entre o cristianismo do Ocidente e do Oriente provocaram uma divisão na cristandade. Essa divisão ficou conhecida como Grande Cisma do Oriente. A partir de então a igreja ocidental passou a ser chamada de Igreja Católica Apostólica Romana, liderada pelo papa e a igreja bizantina, por sua vez, foi chamada de Igreja Ortodoxa, liderada pelo patriarca.

Durante o governo de Justiniano, juristas e estudiosos do direito realizaram uma compilação de leis que incluía principalmente, as antigas leis romanas, assim como as que foram elaboradas em seu governo e que também serviram de base para grande parte dos códigos de leis utilizados atualmente em muitos países, inclusive no Brasil. Essa compilação de leis ficou conhecida como Corpo do Direito Civil (Corpus Juris Civilis).

Resumo para estudo do teste de História – I Unidade - 6º ano - Instituto Ivone Vanderley

Instituto Ivone Vanderley


Resumo para estudo do teste de História – I Unidade  -  6º ano
Professor: Antônio Batista     
Assunto: Fontes históricas;
      O tempo;
      Calendários e a linha do tempo;
      A evolução da humanidade;
 Períodos: Paleolítico e Neolítico.
Livro didático: FTD

Fonte histórica é tudo aquilo que traz informações sobre o passado servindo de construção do conhecimento histórico. Exemplo: jornais, livros, cartas, diários, músicas, etc.. Os relatos orais também são considerados fontes históricas, assim como, as histórias contadas por nossos avós.
O tempo natural é propriamente dito o tempo da natureza. É o fenômeno natural que realiza a passagem do tempo, o dia e a noite, o ciclo da vida dos vegetais, animais e seres humanos.
O tempo cronológico é medido e contado. Apesar de basear-se na sucessão de ciclos naturais, como os dias e as noites ele é um produto cultural, pois foi o ser humano que criou as diversas formas de medição do tempo. Exemplo: dia mês, ano, os segundos, a hora, etc.
O calendário é uma forma de medir a passagem do tempo. O calendário Gregoriano, introduzido em 1582, pelo Papa Gregório XIII adotado oficialmente no Brasil e na maioria dos países.
A linha do tempo é um dos recursos mais utilizado pelos historiadores para organizar o tempo, onde ela é dividida em período histórico e esta divisão está constituída em Antiguidade (4.000 a.C. a 476), Idade Média (476 a 1453), Idade Moderna (1453 a 1789) e Idade Contemporânea (1789 até nossos dias).
Os hominídeos considerados ancestrais dos seres humanos desenvolveram algumas características que proporcionaram grande capacidade de adaptação aos diversos ambientes. As principais são:
Australopitecos, Homo Habilis, Homo Erectus, Homo Sapiens ou Homo Sapiens Sapiens.
Com relação ao desenvolvimento dos seres humanos, os períodos na linha do tempo, correspondem aos Paleolítico e Neolítico.
No Paleolítico (“pedra antiga” ou “pedra lascada”) o ser humano vivia como nômades, não tinham habitação fixa e deslocava-se constantemente em busca de alimentos e melhores condições ambientais. Nesse período ele chegou a fabricar suas ferramentas de pedra, madeira, ossos, aprenderam a produzir o fogo e também provavelmente desenvolveram as primeiras crenças religiosas e formas de arte.
No Neolítico (“pedra nova” ou “pedra polida”) o ser humano se tornou sedentário, com habitação fixa, se tornaram produtores de seus próprios alimentos. A agricultura, a criação de animais, a formação de aldeias, a fabricação de objetos de metal, iniciaram nesse período.
Rupestre foi o termo designado para relacionar as pinturas nas paredes das cavernas e representavam as cenas do dia a dia como rituais religiosos e as atividades de caçadas.