quarta-feira, 9 de março de 2016

Resumo para estudo do teste de História – I Unidade - 7º ano - Instituto Ivone Vanderley

Instituto Ivone Vanderley


Resumo para estudo do teste de História – I Unidade  -  7º ano
Professor: Antônio Batista     
Assunto: O tempo e a História;
Idade Média;
Império Romano;
A difusão do cristianismo;
Mistura cultural e religiosa;
O Corpo do Direito Civil.
Livro didático: FTD

O tempo natural é propriamente dito o tempo da natureza. É o fenômeno natural que realiza a passagem do tempo, o dia e a noite, o ciclo da vida dos vegetais, animais e seres humanos.
O tempo cronológico é medido e contado. Apesar de basear-se na sucessão de ciclos naturais, como os dias e as noites ele é um produto cultural, pois foi o ser humano que criou as diversas formas de medição do tempo. Exemplo: dia mês, ano, os segundos, a hora, etc.
A Idade Média é o período histórico que tem como início com a queda do Império Romano do Ocidente. Esse período abrange cerca de mil anos, entre os séculos V e XV.
Ao longo de mil anos, foram formadas várias das atuais nações da Europa, onde vários historiadores consideram que a Idade Média foi o período em que nasceu o mundo ocidental, pois muitas línguas faladas atualmente também surgiram neste período,a Igreja Católica tornou-se a mais importante instituição do Ocidente e o final da Idade Média o capitalismo, sistema econômico adotado na maioria dos países da atualidade, começou a se fortalecer.
Por volta do século II, o Império Romano começou a enfrentar uma série de problemas internos levando-o a um longo período de crise. Os principais entraves foram a crise do escravismo: diminuição dos escravos, pois era um dos pilares da riqueza romana, ruralização da economia: a área rural começou a se tornar mais populosa, pois a urbana não era mais atrativa e ocupação germânica: os povos germânicos começaram a invadir, devido a fragilidade romana. esse período, o Império Romano, cedia territórios aos germânicos que, em troca tinha que guardar as fronteiras e evitar que outros povos invadissem as regiões.
Os romanos chamavam de bárbaros todos aqueles não compartilhavam sua cultura e não falavam sua língua, o latim. Como os germânicos eram vistos como estrangeiros pelos romanos as invasões germânicas ao Império Romano também ficaram conhecidas como "invasões bárbaras".
A crise romana estava incontrolada, quando no ano de 395, o imperador Teodósio dividiu o império em duas partes, sendo Império Romano do Ocidente (Capital Roma) e o Império Romano do Oriente (Capital Constantinopla).
A cidade de Roma foi conquistada por um grupo de invasores germânicos que, liderados por Odoacro, saquearam a cidade e depuseram do trono Flávio Rômulo Augusto, o então imperador, esse fato ocorreu no século V.
Em 313 Constantino concedeu liberdade de culto aos cristãos, porém o cristianismo só se tornou a religião oficial de Roma no ano de 391, pelo Imperador Teodósio.
No início do século XI, as diferenças entre o cristianismo do Ocidente e do Oriente provocaram uma divisão na cristandade. Essa divisão ficou conhecida como Grande Cisma do Oriente. A partir de então a igreja ocidental passou a ser chamada de Igreja Católica Apostólica Romana, liderada pelo papa e a igreja bizantina, por sua vez, foi chamada de Igreja Ortodoxa, liderada pelo patriarca.

Durante o governo de Justiniano, juristas e estudiosos do direito realizaram uma compilação de leis que incluía principalmente, as antigas leis romanas, assim como as que foram elaboradas em seu governo e que também serviram de base para grande parte dos códigos de leis utilizados atualmente em muitos países, inclusive no Brasil. Essa compilação de leis ficou conhecida como Corpo do Direito Civil (Corpus Juris Civilis).

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