Instituto Ivone
Vanderley
Resumo para estudo do teste de História – I
Unidade - 7º ano
Professor: Antônio Batista
Assunto:
O tempo e a História;
Idade Média;
Império Romano;
A difusão do cristianismo;
Mistura cultural e religiosa;
O Corpo do Direito Civil.
Livro
didático: FTD
O tempo
natural é propriamente dito o tempo da natureza. É o fenômeno natural que
realiza a passagem do tempo, o dia e a noite, o ciclo da vida dos vegetais,
animais e seres humanos.
O tempo cronológico
é medido e contado. Apesar de basear-se na sucessão de ciclos naturais, como os
dias e as noites ele é um produto cultural, pois foi o ser humano que criou as
diversas formas de medição do tempo. Exemplo: dia mês, ano, os segundos, a
hora, etc.
A Idade Média é
o período histórico que tem como início com a queda do Império Romano do
Ocidente. Esse período abrange cerca de mil anos, entre os séculos V e XV.
Ao longo de
mil anos, foram formadas várias das atuais nações da Europa, onde vários
historiadores consideram que a Idade Média foi o período em que nasceu o mundo
ocidental, pois muitas línguas faladas atualmente também surgiram neste período,a
Igreja Católica tornou-se a mais importante instituição do Ocidente e o final
da Idade Média o capitalismo, sistema econômico adotado na maioria dos países
da atualidade, começou a se fortalecer.
Por volta do
século II, o Império Romano começou a enfrentar uma série de problemas internos
levando-o a um longo período de crise. Os principais entraves foram a crise do escravismo:
diminuição dos escravos, pois era um dos pilares da riqueza romana, ruralização
da economia: a área rural começou a se tornar mais populosa, pois a urbana não
era mais atrativa e ocupação germânica: os povos germânicos começaram a invadir,
devido a fragilidade romana. esse período, o Império Romano, cedia territórios
aos germânicos que, em troca tinha que guardar as fronteiras e evitar que outros
povos invadissem as regiões.
Os romanos
chamavam de bárbaros todos aqueles não compartilhavam sua cultura e não falavam
sua língua, o latim. Como os germânicos eram vistos como estrangeiros pelos
romanos as invasões germânicas ao Império Romano também ficaram conhecidas como
"invasões bárbaras".
A crise romana
estava incontrolada, quando no ano de 395, o imperador Teodósio dividiu o
império em duas partes, sendo Império Romano do Ocidente (Capital Roma) e o
Império Romano do Oriente (Capital Constantinopla).
A cidade de
Roma foi conquistada por um grupo de invasores germânicos que, liderados por
Odoacro, saquearam a cidade e depuseram do trono Flávio Rômulo Augusto, o então
imperador, esse fato ocorreu no século V.
Em 313
Constantino concedeu liberdade de culto aos cristãos, porém o cristianismo só
se tornou a religião oficial de Roma no ano de 391, pelo Imperador Teodósio.
No início do
século XI, as diferenças entre o cristianismo do Ocidente e do Oriente
provocaram uma divisão na cristandade. Essa divisão ficou conhecida como Grande
Cisma do Oriente. A partir de então a igreja ocidental passou a ser chamada de
Igreja Católica Apostólica Romana, liderada pelo papa e a igreja bizantina, por
sua vez, foi chamada de Igreja Ortodoxa, liderada pelo patriarca.
Durante o
governo de Justiniano, juristas e estudiosos do direito realizaram uma
compilação de leis que incluía principalmente, as antigas leis romanas, assim
como as que foram elaboradas em seu governo e que também serviram de base para
grande parte dos códigos de leis utilizados atualmente em muitos países,
inclusive no Brasil. Essa compilação de leis ficou conhecida como Corpo do
Direito Civil (Corpus Juris Civilis).
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