Instituto Ivone
Vanderley
Resumo para estudo do teste de História – I
Unidade - 8º ano
Professor: Antônio Batista
Assunto:
O tempo natural e o
tempo cronológico;
O sistema feudal;
A formação dos Estados modernos e
mercantilismo;
As camadas sociais;
O absolutismo ibérico e inglês..
Livro
didático: FTD
O tempo
natural é propriamente dito o tempo da natureza. É o fenômeno natural que
realiza a passagem do tempo, o dia e a noite, o ciclo da vida dos vegetais,
animais e seres humanos.
O tempo cronológico
é medido e contado. Apesar de basear-se na sucessão de ciclos naturais, como os
dias e as noites ele é um produto cultural, pois foi o ser humano que criou as
diversas formas de medição do tempo. Exemplo: dia mês, ano, os segundos, a
hora, etc.
O
sistema feudal foi predominante na Europa entre os séculos V e XV, onde a
maioria da população vivia na área rural e trabalhava na produção agrícola. O
sistema feudal constitui em que os camponeses chamados de servos deviam
fidelidades aos grandes proprietários de terra e em troca recebiam deles
proteção e permissão para trabalhar na terra, os senhores feudais eram os
proprietários rurais, que sendo eles nobres recebiam dos reis, ou de outros
nobres com mais posses, um grande lote de terra - o feudo - ficando
comprometido em garantir a defesa do território e conforme os senhores feudais
foram aumentando suas propriedades e o número de camponeses sob sus proteção, ficaram
mais poderosos e adquiriram certa autonomia em relação ao rei.
A
centralização do poder nas mãos dos reis, a partir o século XIII, com apoio dos
nobres e dos mercadores que passaram a garantir uma nova estrutura social e
política, foi dando origem ao que chamamos de Estados modernos e para que
houvesse identificação entre a população e o início da formação de uma unidade
nacional em diversos locais da Europa, também foram imprescindíveis a criação
de exércitos permanentes, disciplinados e fiéis ao Estado e a imposição de uma
única língua e de uma religião oficial.
A
partir de século XVI, vários Estados modernos adotaram um conjunto de práticas
econômicas que foi chamada de mercantilismo. O mercantilismo tinha como
características principais a intervenção do Estado na economia, concentrando a
acumulação de metais preciosos, prática conhecida como metalismo e a
preocupação do governo estatal na balança comercial positiva, ou seja, aumentar
as exportações e diminuir as importações do país.
A
sociedade europeia, durante o antigo regime, era dividida em camadas sociais
que distinguiam as pessoas segundo suas condições políticas e financeiras, em
Primeiro Estado (Alto clero e baixo clero), Segundo Estado (príncipes, duques e
barões) e Terceiro Estado (camada mais numerosa, composta por burgueses,
artesãos, camponeses e pessoas livres pobres).
Os
Estados europeus do século XVI desenvolveram uma forma de governo conhecida
como absolutismo. Alguns pontos em comum como características próprias do
absolutismo, a centralização dos poderes na figura do rei, o aumento das
repartições administrativas do Estado, a criação e manutenção de um exército
forte, a utilização do mercantilismo como sistema econômico e o aumento do
rigor na cobrança de impostos.
Os
“reis católicos” espanhóis incentivaram a expansão marítima e financiaram a expedição
do navegador Cristóvão Colombo. Em 1492, ele chegou a um continente até então
desconhecido pelos europeus que receberia o nome de América.
No
final do século XVI, a Coroa portuguesa enfrentou uma crise sucessória que
provocou a união das Coroas portuguesa e espanhola. Esse período foi chamado de
União Ibérica, e durou de 1580 a 1640.
O
único governo absolutista que apresentou elementos que diferenciou dos demais
governos absolutistas da Europa, foi a Inglaterra,
que desde o século XIII os reis ficaram limitados pela Carta Magna, documento
que instituiu um parlamento que restringia o poder do rei, sendo fechado várias
vezes pelos reis absolutistas e, assim conseguiram exercer o poder.
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