quarta-feira, 9 de março de 2016

Resumo para estudo do teste de História – I Unidade - 8º ano - Instituto Ivone Vanderley

Instituto Ivone Vanderley


Resumo para estudo do teste de História – I Unidade  -  8º ano
Professor: Antônio Batista     
Assunto: O tempo natural e o tempo cronológico;
O sistema feudal;
A formação dos Estados modernos e mercantilismo;
As camadas sociais;
O absolutismo ibérico e inglês..
Livro didático: FTD

O tempo natural é propriamente dito o tempo da natureza. É o fenômeno natural que realiza a passagem do tempo, o dia e a noite, o ciclo da vida dos vegetais, animais e seres humanos.
O tempo cronológico é medido e contado. Apesar de basear-se na sucessão de ciclos naturais, como os dias e as noites ele é um produto cultural, pois foi o ser humano que criou as diversas formas de medição do tempo. Exemplo: dia mês, ano, os segundos, a hora, etc.
O sistema feudal foi predominante na Europa entre os séculos V e XV, onde a maioria da população vivia na área rural e trabalhava na produção agrícola. O sistema feudal constitui em que os camponeses chamados de servos deviam fidelidades aos grandes proprietários de terra e em troca recebiam deles proteção e permissão para trabalhar na terra, os senhores feudais eram os proprietários rurais, que sendo eles nobres recebiam dos reis, ou de outros nobres com mais posses, um grande lote de terra - o feudo - ficando comprometido em garantir a defesa do território e conforme os senhores feudais foram aumentando suas propriedades e o número de camponeses sob sus proteção, ficaram mais poderosos e adquiriram certa autonomia em relação ao rei.
A centralização do poder nas mãos dos reis, a partir o século XIII, com apoio dos nobres e dos mercadores que passaram a garantir uma nova estrutura social e política, foi dando origem ao que chamamos de Estados modernos e para que houvesse identificação entre a população e o início da formação de uma unidade nacional em diversos locais da Europa, também foram imprescindíveis a criação de exércitos permanentes, disciplinados e fiéis ao Estado e a imposição de uma única língua e de uma religião oficial.
A partir de século XVI, vários Estados modernos adotaram um conjunto de práticas econômicas que foi chamada de mercantilismo. O mercantilismo tinha como características principais a intervenção do Estado na economia, concentrando a acumulação de metais preciosos, prática conhecida como metalismo e a preocupação do governo estatal na balança comercial positiva, ou seja, aumentar as exportações e diminuir as importações do país.
A sociedade europeia, durante o antigo regime, era dividida em camadas sociais que distinguiam as pessoas segundo suas condições políticas e financeiras, em Primeiro Estado (Alto clero e baixo clero), Segundo Estado (príncipes, duques e barões) e Terceiro Estado (camada mais numerosa, composta por burgueses, artesãos, camponeses e pessoas livres pobres).
Os Estados europeus do século XVI desenvolveram uma forma de governo conhecida como absolutismo. Alguns pontos em comum como características próprias do absolutismo, a centralização dos poderes na figura do rei, o aumento das repartições administrativas do Estado, a criação e manutenção de um exército forte, a utilização do mercantilismo como sistema econômico e o aumento do rigor na cobrança de impostos.
Os “reis católicos” espanhóis incentivaram a expansão marítima e financiaram a expedição do navegador Cristóvão Colombo. Em 1492, ele chegou a um continente até então desconhecido pelos europeus que receberia o nome de América.
No final do século XVI, a Coroa portuguesa enfrentou uma crise sucessória que provocou a união das Coroas portuguesa e espanhola. Esse período foi chamado de  União Ibérica, e durou de 1580 a 1640.
O único governo absolutista que apresentou elementos que diferenciou dos demais governos absolutistas da Europa, foi a  Inglaterra, que desde o século XIII os reis ficaram limitados pela Carta Magna, documento que instituiu um parlamento que restringia o poder do rei, sendo fechado várias vezes pelos reis absolutistas e, assim conseguiram exercer o poder.


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