quarta-feira, 6 de abril de 2016

6º ano - Revisão da avaliação – I unidade

A Mesopotâmia é uma região de clima quente e seco e com uma vegetação pobre. Porém, a presença de dois grandes rios, o Tigre e o Eufrates, possibilitou a formação de sociedades complexas que se desenvolveram tendo por base a agricultura e o pastoreio. Os povos dessa região são sumérios, acádios, babilônicos, cassitas, assírios e caldeus.

Para o sistema de narrativa da História não é somente os povos que possuem a escrita, pois, não é somente por meio da escrita que podemos decifrar o passado, sendo também diversas as fontes que permitem entender os aspectos do passado, como os desenhos feitos em cavernas, as histórias contadas pelos mais velhos, os objetos encontrados em escavações entre outros.

Na Antiguidade, povos da África, da Mesopotâmia e de outras regiões do globo terrestre desenvolveram diferentes sistemas de escrita. Alguns rudimentares, outros mais complexos, mas, invariavelmente, esses sistemas evoluíram para instrumentos de dominação, como no Egito, em que a escrita e os escribas eram parte do universo associado ao exercício de poder. Originalmente os sistemas de escrita surgiram com o propósito de contabilizar e controlar a produção agrícola e a pecuária e facilitar o comércio.

No mapa da  Mesopotâmia  retrata que:
Está localizada entre os rios Tigres e Eufrates.
Foi habitada por muitos povos diferentes, como os Sumérios e os Acádios.
Faz parte do seu território hoje os seguintes países: Iraque, Kuwait, parte do Irã, da Síria e da Turquia.

O crescimento da população e o surgimento das cidades geraram a centralização do poder. Para organizar e administrar a população, foi necessário um código de registro mais eficiente que a memória humana, o surgimento da escrita, havendo nos povos mesopotâmicos, o crescimento da população e o surgimento dos núcleos urbanos.

Sobre os povos da Mesopotâmia, afirma-se que:
  apesar de ter havido a predominância de um povo em determinado momento, grande parte dos povos que ocuparam a região conviveu mutuamente durante um longo período;
  os babilônicos instituíram o primeiro império na região, formando um Estado unificado, e, sob o comando de Hammurabi, estabeleceram o primeiro código de leis escritas;
  as sociedades mesopotâmicas estavam divididas em camadas sociais, com reis, chefes militares e sacerdotes ocupando os postos mais elevados e trabalhadores, os postos mais baixos;
  apesar de diferentes povos se sucederem no domínio da região, podemos observar a permanência de aspectos culturais e político-administrativos.

Um dos primeiros códigos de leis escrito e na Babilônia entre 1792 e 1750 a.C., foi o Código de Hammurabi escrito pelo rei Hammurabi.

Com relação ao Egito Antigo, o rio que teria se desenvolvida a sociedade egípcia formando-se comunidade agrícolas independentes entre si, chamadas de nomos, sendo disputadas com frequência o domínio das áreas férteis foi no rio Nilo.
Para melhor enfrentar as disputas de domínio das áreas férteis do rio, os membros das comunidades agrícolas foram se unindo e acabaram formando dois reinos distintos, sendo eles o Baixo Egito e o Alto Egito.
 Por volta de 3100 a.C., um governante de um dos dois reinos das comunidades agrícolas, unificou os dois reinos e tornou-se o primeiro faraó egípcio. Ele era chamado de Menés.
Os egípcios eram politeístas, isto é, acreditavam em vários deuses.  Os deuses para os egípcios eram seres poderosos que controlavam o dia e a noite, a chuva e a seca, a vida e a morte entre outros aspectos da vida cotidiana, sendo dotados de virtudes, defeitos e desejos humanos. Os deuses mais cultuados eram Hórus (deus sol), Ísis (deusa da fertilidade) e Osíris (deus dos mortos).

Os egípcios mumificavam seus mortos porque acreditavam na vida após a morte e para eles muito importante serem recebido por Osíris no reino dos mortos. Para eles quando uma pessoa morria, sua alma deixava o corpo e depois retornava. Por isso, os egípcios desenvolveram a mumificação para conservar os corpos.

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