quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Segunda Revolução Industrial e Expansão Imperialista



                      Na segunda metade do século XIX em regiões como a Grâ-Bretânea, França, Alemanha, Bélgica, Holanda, o processo de industrialização que se intensificou e foi expandido para os Estados Unidos e o Japão e ficou conhecido como Segunda Revolução Industrial caracterizando-se pelo desenvolvimento das inovações técnicas sendo aplicadas às indústrias, aos transportes e às comunicações acompanhadas pelo uso de novos tipos de energia, como a eletricidade e os derivados do petróleo. Os principais inventos desse período foram o Processo Bessemer, Dínamo, Motor de combustão interna Telégrafos e Telefone.
Essas inovações permitiram uma grande expansão da atividade industrial tendo impacto importante em todos os setores principalmente entres as nações industrializadas.
                      As empresas familiares até a metade do século XIX eram responsáveis pela maioria da produção industrial, contudo com os avanços tecnológicos aumentou assustadoramente a produtividade daí algumas empresas dominaram determinados ramos do mercado criando-se uma situação conhecida como Oligopólio.
                               Quanto à expansão imperialista ao longo desse mesmo século, o processo ocorreu maneira agressiva, devido exatamente as potências industrializadas alcançarem um nível de desenvolvimento de grandes lucros e se acharem que eram superiores partindo assim a colonizarem novos continentes que ficou conhecido como Imperialismo ou neocolonialismo.
                               As formas de colonização de um estado (potência) com o outro (subordinado) são conhecidas como: Protetorado(Estado subordinado a uma potência, o qual o mesmo, nesta condição pode manter algumas instituições e a nacionalidade de seus habitantes, sendo que a potência dominadora assume a gestão da diplomacia, do comercio exterior e eventualmente, do exército), Domínio(um território que mantém relativa autonomia política, mas que responde ao centro do império em questões de política externa e comércio internacional) e Colônia (um território administrado por um Estado que se localiza distante de sua área geográfica mantendo domínio sobre este território na questão econômica, política e cultural).
                                A dominação da África os britânicos anexaram o vale do Nilo e partiram em direção ao Sudão, onde ocorreu um confronto militar com a França em 1898, onde esse episódio ficou conhecido como O Incidente de Fachoda na cidade de Fachoda (atual Kodok, recém-criado país do Sudão Sul). França e Grã-Bretânha pretendiam construir uma ferrovia sendo que esse incidente foi resolvido em 1904 com um acordo diplomático entre os dois países. Para explorar o continente africano a coroa britânica contou com o apoio dos chefes locais, onde o modelo de colonização adotado foi baseado na ideia de “dividir para dominar” que consistia em incentivar conflitos entre as tribos com o objetivo de dificultar uma possível união entre elas. O comércio era administrado por companhias privadas, que possuíam o estatuto de representantes do governo britânico.
                               O imperialismo português no continente africano se deu logo após a independência da sua principal colônia portuguesa, o Brasil, onde Portugal concentrou, na África, suas ambições coloniais. O governo português adotou medidas com o objetivo de reforçar o poder econômico e políticos sobre suas colônias, onde uma das medidas adotada foi o incremento da agricultura dos gêneros tropicais com o objetivo de fixar os colonos e colonizados nos territórios que dominava.


  

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