As principais civilizações encontradas na América pré-colombiana foram os Olmecas, Teotihuacanos, Maias, Toltecas, Astecas, Tihuanacos e os Incas.
A parte da América Central que foi habitada por povos que possuíam
muitas semelhanças culturais que atualmente corresponde aos territórios da
Guatemala, El Salvador, Belize, Nicarágua Honduras, Costa Rica e Sul do México,
foi chamada de Mesoamérica.
É possível encontrar um grande número de pirâmides espalhadas por toda a
Mesoamérica. Boa parte delas já foi identificada e restaurada, mas pesquisas
arqueológicas apontam que ainda exista muitas outras a serem descobertas. De
formas e tamanhos bastante variados, essas construções eram utilizadas como templos,
onde se realizavam rituais religiosos.
Quando Cristóvão Colombo
desembarcou no atual continente americano, na região do atual Caribe, pensou
ter chegado às Índias e, por isso, chamou as pessoas que encontrou pelo nome de
Índios, mas por ser uma
diversidade de povos, os estudiosos preferiram usar o termo de “indígena” que
significa “nativo”.
Os maias eram povos que formaram uma civilização
com uma sociedade organizada, sendo composta por governantes, sacerdotes,
artesãos, mercadores e agricultores.
Os Maias habitavam a região da península de
Yucatán (México) e áreas que correspondem aos atuais Belize, Guatemala,
Honduras e El Salvador, onde a base de sua economia era a agricultura. Eles
plantavam principalmente o milho e também feijão, tomate, batata, mandioca,
algodão e outros.
Os maias desenvolveram técnicas e
conhecimentos altamente especializados, em áreas como engenharia, matemática,
astronomia, escultura, cerâmica e escrita.
A
escrita maia era composta de símbolos chamados de Hieróglifos, que representavam
ideias por meio de desenhos simbólicos e eram gravados em placas de pedra ou
pintados em objetos de cerâmica, em parede ou nos códices.
Os astecas também formaram
uma civilização desenvolvida na região da América. A religião na vida dos
astecas era muito importante. Eles também eram politeístas, porém possuíam uma
divindade principal que era o deus sol, Huitzilopochtli que também era o deus
da guerra e para agradar ao deus sol, os astecas realizavam rituais que
incluíam sacrifício de seres humanos.
Em Tenochtitlán havia
bairro comercial importante e muito movimentado chamado de Tlatelolco. Nesse
bairro existia um grande mercado onde eram comercializados produtos de várias
regiões, como pedras preciosas, plumas, sal, mel, conchas, pérolas, animais,
produtos agrícolas e artesanais. Todos esses produtos eram levados aos mercados
pelos mercadores chamados de pochtecas.
O território onde atualmente vivemos não se chamava Brasil antes da chegada dos portugueses. Até por volta de 1.500, cada povo indígena tinha um nome próprio para se referir à região onde vivia. O nome mais conhecido era o que os Tupiniquins usavam para se referir ao litoral brasileiro: Pindorama que na língua tupi significa “Terra das Palmeiras”.
Os indígenas do Brasil
estavam agrupados em cerca de 900 povos que apresentavam diferenças entre si e
cada um deles tinha seu próprio modo de vida, sua língua, seus costumes e suas
crenças. Entre eles estavam os tupinambás, os carijós e os caetés.
Vários povos indígenas, no Brasil, preservam aspectos de
sua cultura e mantém até os dias de hoje algumas formas de organização social
herdada de seus antepassados. O líder que, além de ser espiritual, detém muitos
conhecimentos sobre ervas medicinais e é responsável pelo tratamento de
diversas doenças, é chamado de pajé.
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