segunda-feira, 30 de agosto de 2021

TEXTO COMPLEMENTAR DE REVISÃO PARA O TESTE – III UNIDADE - 6. ANO

Segundo os arqueólogos não havia governantes teocratas ou chefes de Estado soberanos em Harappa. O domínio político seria exercido pelas elites formadas pelos ricos artesãos e comerciantes. A ausência de grandes templos e a escassez de imagens religiosas impossibilitam qualquer suposição sobre a religiosidade desse povo. Mas, acredita-se que havia líderes religiosos que desfrutavam de grande prestígio social. Essa sociedade era Sociedade Harappiana.

Grupos nômades originários da antiga região de Ária, na Ásia Central (entre os atuais Irã e Afeganistão) migraram para a Índia e Europa a partir do final do período do Neolítico foram os arianos, que por volta do ano 2000 a. C ocuparam as planícies do rio Indo e seus afluentes.

Os povos que ocuparam as planícies do rio Indo e seus afluentes misturaram-se com outros povos que viviam na região. Assim, como os drávidas, povos nativos, que em sua religião havia elementos do espiritualismo, a mistura de elementos culturais dos arianos com esses povos deu origem ao Hinduísmo que também é chamado de Bramanismo.

Os versos e hinos sagrados que eram mantidos pela tradição oral e transmitidos de geração em geração pelos sacerdotes da Índia eram chamados de Vedas que começaram a ser compilados por volta de 500 a. C.

Para as tradições hinduístas as pessoas não eram socialmente iguais, pois desde o nascimento, eram designadas com capacidade, obrigações e direitos específicos, que não podiam ser alteradas durante a vida presente. Esse sistema era o de castas que era estritamente rígido. A sociedade dividida na Índia de uma forma de organização que era baseada na linhagem e na condição econômica de cada família, assim como Brâmanes (sábios e sacerdotes), Xátrias (nobres guerreiros), Vaixás (comerciante e proprietários de terras), Sudras (trabalhadores braças) e os Dalits (como classe excluída).

A sociedade indiana vivenciava um período de constantes conflitos no século VI a.C. devido as autoridades abusarem de seu poder, o que gerava descontentamento na maior parte da população. Nessa época um homem apresentou ensinamentos que propunham uma profunda reforma no hinduísmo tradicional, que segundo ele levava ao caminho da iluminação. Esse homem foi Sidarta Gautama, o Buda (“o desperto”), surgindo o Budismo.

Na China antiga, Liu Bang, um ex-funcionário do governo de origem camponesa, organizou uma rebelião contra o poder Império Qin e assumiu o poder dando início ao Império Han, em 206 a. C.

Os imperadores da dinastia chinesa, preocupados em assegurar a proteção das fronteiras chinesas, enviaram embaixadores para reinos distantes, a fim de trocarem presentes e estabelecerem relações diplomáticas, trazendo várias novidades. Essas rotas foram gradualmente ampliadas e chegaram até o Império Romano, passando também pelos territórios da Pérsia, da Mesopotâmia e da Arábia. O conjunto dessas rotas ficou conhecido como Rota da Seda.

As principais invenções dos antigos chineses foram a carriola, a roldana, a bomba-d`água, o sismógrafo, os arreios para cavalos e os instrumentos agrícolas de ferro, bússola, a pólvora, o papel e a impressão. 

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